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Avaliadores do CNPq saem bem impressionados com trabalhos científicos da Siepe

07 outubro, 2011
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Os avaliadores são professores e também pesquisadores do CNPq: Raymundo Heraldo Maués, professor a Universidade Federal do Pará; Priscila Faulhaber, da UNIRIO (Museu de Astronomia); Wilson Alves do Prado e Thaís Aidar de Freitas Mathias, ambos da Universidade Estadual de Maringá.

Raymundo Heraldo Maués disse ter ficado bem impressionado já na abertura do evento, dada a ampla participação da comunidade.

Ele avaliou algumas atividades, destacando as bancas de enfermagem, avaliando como muito profícuas tanto as atividades de apresentação dos painéis quanto nas defesas orais. Outro aspecto destacado por ele foi um invento presente no Circo de Ideias:’Depois de inventada a idéia é simples’, disse, elogiando a idéia criativa do chuveiro para pacientes acamados. Raymundo também assistiu a palestra sobre o tratamento de resíduos, apresentada pela bióloga Regina Zanelatto. ‘É um trabalho bem feito, tenho muito interesse por esse tipo de atividade’, expôs.
Concordando com a opinião ao colega da UFPA, Priscila Faulhaber da UNIRIO destacou a importância de se ver a inovação não apenas como pertencente à área tecnológica.

‘Vi aqui muitos estudantes empenhados com pesquisas voltadas para a ciência básica’, elogiou, defendendo que organismos de fomento à pesquisa como o CNPq e a Fundação Araucária são decisivos para valorizar e avaliar positivamente a contribuição qualitativa que esses alunos, ainda na graduação, já dão com seus ter seus planos futuros de mestrado e doutorado.
Wilson Alves do Prado, da UEM classificou o Evinci e por extensão, a Siepe, como muito bons.

‘A atividade de abertura, o conjunto de atividades, a participação docente, a participação estudantil, estabelecendo parâmetro com outros eventos que já vi, em linhas gerais está muito bom’, analisou. ‘A semente está plantada’, disse, explicando que ao acompanhar a apresentação dos estudantes é possível detectar aqueles que se apresentam apenas para continuar mantendo a bolsa de pesquisa. ‘Vi que os alunos estão envolvidos, querem mostrar seus resultados, estão bem orientadores, educados para receber críticas e as responder. A minha visão da áreas foi muito boa’, concluiu.

A propósito desse preparo dos estudantes, a professor Priscila presenciou uma situação exemplar: ‘Acompanhei a apresentação de um aluno da bioinformática, que teve um problema de vírus no pen-drive’, disse ela, analisando que a situação que era para ser um problema, tornou oportunidade para mostrar mais mérito: ‘O estudante utilizou o painel e escreveu no quadro. Foi uma apresentação brilhante, ele reconstruiu o raciocínio com domínio completo’.

O professor Heraldo também observou que alguns alunos que receberam sugestões para corrigir na mostra dos painéis mostraram-se ágeis e abertos às críticas: ?na hora da apresentação já estava tudo corrigido?.

Thaís Aidar de Freitas Mathias, também da UEM, lembrou que o CNPq tem a preocupação com a formação do aluno para a pesquisa. ‘O objetivo é a inserção precoce do aluno na metodologia científica, para o pensamento sistematizado no objeto de trabalho’, disse.

Foto(s) relacionada(s):


exposição de pesquisas na SIEPE
Foto: Leonardo Bettinelli

Fonte: Prograd/ACS

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