Os organizadores do Congresso salientam que as novas tecnologias para a obtenção de informações e novas metodologias de análise têm proporcionado um enorme avanço, ao mesmo tempo em que a ‘crise da biodiversidade’. Para lidar com estas questões, a programação do evento será permeada por temas específicos e aplicados, relacionados a ferramentas tecnológicas e de análise, a fim de que o nível de conhecimento técnico-científico possa facilmente ser multiplicado entre os participantes do evento. Contará com a participação de especialistas brasileiros e estrangeiros, que desenvolvem pesquisa de ponta, além de profissionais ligados a órgãos ambientais, do terceiro setor e da iniciativa privada.
No Brasil existe uma carência por docentes bem formados nas áreas de Ciências, Biologia, Física e Química, por exemplo, explica o professor Cláudio José Barros de Carvalho do Departamento de Zoologia e um dos coordenadores do Congresso. Essa demanda se reflete com maior incidência nas regiões norte e nordeste, complementa. Nesse sentido, uma das preocupações do MEC é com relação a uma melhor capacitação dos docentes que atuam nas modalidades de Ensino Fundamental e Médio.
A necessidade dessa qualificação pode ser sentida dentro do Estado do Paraná e em outros centros da região sul, lembra o professor. A questão chega num ponto extremo quando os estudantes acorrem às universidades sem o devido suporte educacional, reflete o professor Cláudio. Por isso, uma série de minicursos serão ministrados no Congresso, são os cursos de capacitação para os professores de Ciências do Ensino Fundamental e Médio.
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Fonte: Sonia Loyola
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