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UFPR vai integrar Rede Mundial para Cuidar do Meio Ambiente

27 março, 2007
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Em uma solenidade no Centro de Ciências Florestais e da Madeira da UFPR, Rua Prefeito Lothário Meissner, 632, campus do Jardim Botânico. Será o lançamento do CRIE – Centro Regional de Integração de ‘Expertise’, que passa a integrar a Rede Internacional da ONU – Universidade das Nações Unidas e da UNESCO, formada por 35 centros de expertise nos cinco continentes.

O CRIE é o primeiro e único centro da América Latina, e conta com a participação de professores, pesquisadores de 12 instituições paranaenses, entre elas a Universidade Federal do Paraná, a Pontifícia Universidade Católica, Universidade Tecnológica Federal do Paraná ,Universidade Estadual de Maringá, UNIFAE – Centro Universitário, FACINTER – Faculdade Internacional de Curitiba, UTP – Universidade Tuiuti do Paraná, Instituto Tecnópole Maringá, EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Instituto Paraná Desenvolvimento, SENAI – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, Federação das Indústrias do Paraná e Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Paraná. O CRIE será coordenado pela professora Zióle Zanotto Malhadas da UFPR.

ÁREAS DE ATUAÇÃO- Um dos projetos prioritários de integração visa formar uma ‘força tarefa’ para DESPOLUIR os rios que abastecem a Represa do IRAÍ responsável pelo abastecimento de água de Curitiba e região metropolitana. As novas parcerias visam complementar o processo de Educação dos jovens habitantes dos aglomerados urbanos situados nas margens dos rios e oferecer-lhes treinamento para iniciação profissional, a exemplo do programa ‘Caminhos da Profissão’ do SENAI E SESI, e em paralelo a outros projetos de educação ambiental, que visam a conscientização da população para diminuir a poluição nos entornos dos rios.

‘Precisamos desenvolver ações que possam envolver diretamente as comunidades da região, de modo a gerar ‘transformação’ cultural e comportamental, motivando a participação ativa da população, que será incentivada a sair da apatia e da postura de ‘marginalizada’, para assumir a cidadania – que é feita de direitos e deveres.’ Certamente, quem vive na beira dos rios e está poluindo nossas riquezas naturais, necessita de emprego, e para obter emprego necessita de educação e capacitação profissionalizante, para se tornar um cidadão produtivo, que se insere na sociedade de modo digno, honesto e harmonioso.’ explica a pesquisadora.

“Planejamos criar uma atmosfera de solidariedade, motivando-os a desenvolver o desejo de mudar seu comportamento e envidar esforços para melhorar a sua condição de vida’, e assim afastá-los da violência, das drogas, prostituição e criminalidade. E as instituições integrantes do CRIE têm projetos e programas nesse sentido. A PUC vai desenvolver o projeto EcoHabitare, direcionado à construção de casas ecológicamente corretas, enquanto a UFPR em parceria com a EMBRAPA estará desenvolvendo projeto com o objetivo de oferecer informações sobre as multiplas funções das florestas e a sustentabilidade da população. Uma equipe da Universidade Estadual de Maringá desenvolve em parceria com as comunidades das terras Indígenas Ivaí e Faxinal através dos projetos de ‘Implantação do Plano de Gestão Ambiental’ e ‘Saúde dos Povos Indígenas’.

Foto(s) relacionada(s):


Rede Mundial quer ajudar a despoluir os rios
Foto: arquivo Google

Fonte: ACS

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