Com sede no Arizona, Estados Unidos, a Sociedade elegeu novos diretores e o professor da UFOR é um dos escolhidos. “A preocupação da entidade é promover a restauração ecológica como meio de sustentar a biodiversidade da vida na terra”, explica o professor.
Outra meta é estabelecer um relacionamento ecológico saudável entre a natureza e a cultura das comunidades”, diz Balensiefer. Em âmbito nacional o fato representa possibilidades e facilidades de acessoa informações técnicas e científicas geradas por essa sociedade no mundo e que poderão ser aplicadas no Brasil, completa o professor. “E no Brasil a degradação supera em muito as medidas preventivas e corretivas para enfrentar essa grave situação ambiental”, pondera.
Atuando na área de Silvicultura e Recuperação de Áreas Degradadas, o professor participou recentemente de um congresso sobre o tema em Cuba. Onde participaram 14 países das Américas Central, do Sul e do Norte. Destes, cinco foram escolhidos para organizar uma rede ibero-americana e do Caribe para restauração ecológica, entre estes últimos, o Brasil, também representado pelo professor Balensiefer. A rede já agendou seu primeiro congresso para 2009 no Brasil com cidade a ser definida. Na oportunidade a Sociedade Internacional de Restauração Ecológica apresentará suas experiências, informa Balensiefer.
Fonte: Sônia Loyola
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