Nesta sexta-feira, dezenas de servidores já estarão em Antonina para organizar os espaços onde, a partir de segunda-feira, dia 13 começam as 35 oficinas de arte e cultura.
Até agora há 310 inscritos, mas ainda há chance de participar das atividades, porque domingo as inscrições para as oficinas que ainda têm vagas poderão ser feitas das 9 às 19 horas no QG central do Festival montado no Salão Paroquial da Igreja Matriz. Incluindo as oficinas infantis que inscrevem apenas em Antonina, ainda estão sendo disponibilizadas cerca de 500 vagas.
ESFORÇO RENOVADO – Em 2009 o Festival de Inverno está um pouco diferente, como explica o coordenador geral, Guilherme Romanelli. “Nós sempre ficamos com um friozinho na barriga, porque é um evento muito grande, que exige muita responsabilidade sempre, mas acho que a principal expectativa é a de continuidade. Esse ano foi um ano um pouco atípico em função da crise internacional, o que reduziu profundamente a nossa perspectiva de patrocinadores e nos trouxe algumas dificuldades. “
O coordenador falou sobre o empenho de pessoas interessadas em propagar a arte e a cultura. “Agora estamos muito felizes, especialmente com o grande esforço da equipe, de algumas pessoas da Universidade e de alguns representantes da sociedade, porque o festival foi possível. A grande expectativa é que a gente possa manter essa continuidade, que nós possamos demonstrar tanto para a sociedade capelista quanto para as pessoas que vem de fora, que o festival é maior que pequenas dificuldades de percurso, como, por exemplo, uma crise internacional.”
ABERTURA – A solenidade de abertura do 19º Festival de Inverno será às 21h30 de domingo, dia 12 de julho, com a apresentação do grupo Viola Quebrada. Mas, antes disso, a partir das 12 horas, haverá uma série de apresentações artísticas para moradores, visitantes e participantes das oficinas, com entrada gratuita.
VEJA A PROGRAMAÇÃO DE DOMINGO:
12h30- “Cric & Croc: As Galinhas” – Companhia Extrato-Fônica
A Companhia oferece ao expectador um contato mais íntimo com a cultura brasileira, valorizando nossa arte através da linguagem popular, da música caipira e do nosso modo de viver. Teatro de animação, máscaras, bonecos e objetos num espetáculo bem humorado, colorido, poético, lúdico e reflexivo. Texto e direção: Luiz Reikdal. Atrizes: Juliane Friedrich, Nádia Santos e Tina de Souza. Atores-manipuladores: Luiz Reikdal e Rodrigo Kleina. Músicos: Fabricio Ferreira do Amaral e Gabriela Bruel. Operadora de luz: Márcia Talaska. Produtora: Marla Knap.
14h – Theatro Municipal
“Amor e Loucura” – Teatro Anticorpus
O “Anticorpus”, grupo de teatro formado por funcionários do Hospital de Clínicas da UFPR, apresenta um espetáculo baseado na obra de Pablo Neruda. Texto e Direção de Renildo Meurer. Elenco: Lorival Veloso, Marja Braga, Eliana Pedroso, Phoeta Abílio Machado, Rachel Wurcher, Célia Prussak, Maria Aparecida, Vera Singer, Marlene Porcel Claro, Edilson Meurer, Sheila Darque, Marco Aurélio Garcia e Jéssica Maria.
16h – Theatro Municipal
“Senha do Sonho” – Grupo de MPB da UFPR
Os sonhos fazem parte do grande mistério que é a vida do homem, e foi neste universo de significados que o Grupo de MPB da UFPR buscou suas fontes para o espetáculo “Senha do Sonho”. Com direção musical de Doriane Rossi, direção cênica de Alexandre Bonin, preparação vocal de Kátia Santos, piano de Elizabeth Fadel e um elenco de 20 cantores, o Grupo levará ao palco músicas de Tom Jobim, Lenine, Cazuza, Chico Buarque, Djavan, Toquinho, entre outros.
18h30 – Theatro Municipal
Coro da UFPR
Para esse concerto, o Coro da UFPR preparou peças de vários períodos de compositores como Monteverdi, Haydn, Bruckner, Tchaikovsky, Orff entre outros. O Coro da UFPR visa mostrar no conjunto dessas obras um tratamento sonoro novo, em que se empregam alterações significativas de ressonâncias no corpo, obtendo, assim, texturas sonoras ainda mais significativas.
Regência: Alvaro Nadolny, pianistas: Karina Ferrer e Hermes Dresch.
20h – Igreja Matriz
“Daniel Migliavacca Trio”
Lançando seu primeiro CD solo, “De Bandolim Pra Bandolim”, Daniel Migliavacca apresenta composições próprias e músicas de renomados compositores como Jacob do Bandolim, Zequinha de Abraeu e Dominguinhos. Daniel Migliavacca, Bandolim. Rogério Souza, Violão sete Cordas e Denis Mariano, Percussão.
21h30 – Palco Principal
Abertura Oficial
22h – Palco Principal
Viola Quebrada
Os clássicos da música caipira fazem parte do repertório emocional de quase todo brasileiro. Admiradores da beleza simples deste tipo de música, Margareth Makiolke, Oswaldo Rios, Rogério Gulin e Rubens Pires, integrantes do grupo curitibano Viola Quebrada vêm se dedicando a um prazeroso trabalho de pesquisa sobre este repertório da música do interior do Brasil. Nos arranjos, o Viola Quebrada mantêm a sofisticada simplicidade tão característica da música caipira, valorizando a poesia dessas canções e, com isso, expondo a alma do homem sertanejo com um toque urbano e um trabalho de harmonização conseguido pela soma de diferentes tendências e experiências.
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Fonte: Fábio Marcolino e ACS
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