‘A visita do reitor a nossa escola, pela segunda vez, é muito importante. Essa aproximação da escola pública com a Universidade Federal tem feito com que nossos alunos se motivem a estudar por compreenderem que a universidade não é uma sonho, mas que pode ser o futuro’, afirma o diretor da escola estadual Leôncio Correia, professor Vanderlei Carlos Galdioli.
A segunda visita ao Leôncio Correia aconteceu na manhã da quinta-feira, dia 21 de junho. Na ocasião, cerca de 200 estudantes das turmas do terceiro ano do Ensino Médio do turno da manhã acompanharam a apresentação institucional da Universidade Federal do Paraná e da fala do reitor Carlos Moreira Júnior sobre a importância da instituição para o desenvolvimento do Estado e do Brasil. ‘Muitos não sabem que as pesquisas desenvolvidas dentro da Universidade resultam em benefícios diretos à sociedade. É o caso das hidrelétricas do Paraná e a maioria do Brasil, que foram planejadas dentro de laboratório da instituição. Inclusive a Itaipu Binacional, cuja maquete está no CEHAPAR (centro de hidráulica e hidrologia prof. parigot de souza)’, esclareceu o reitor.
Informações – A visita do reitor às escolas públicas de Curitiba acontece após uma pesquisa no Colégio Estadual do Paraná em que foi constatado que apenas 20% dos estudantes tinham informações sobre o processo seletivo e principalmente sobre o programa de cotas para alunos de escolas públicas e negros. ‘Com base nessas informações, decidimos levar a Universidade para mais perto dos estudantes e explicar a eles como acontece o vestibular e que as cotas os beneficiam para o acesso a universidade’, confirma o reitor.
Após a explicação sobre os temas, o reitor abriu espaço para que os estudantes perguntassem e resolvessem suas dúvidas. Entre as principais perguntas estavam:
. informações sobre cursos de graduação
. quem efetivamente tem condições de concorrer pelas cotas
. porque não se ampliam as vagas para os cotistas
O reitor explicou ainda aos estudantes que o sistema de cotas só acontece na segunda fase e portanto, todos os alunos que passaram na primeira fase tem condições de estudar e acompanhar os cursos da Federal. Além disso, falou sobre as mudanças do formato das provas que privilegiam aqueles estudantes preparados, que têm conhecimento e domínio do conteúdo. ‘Queremos que o conhecimento permaneça. Não queremos um conhecimento que entra por um ouvido e sai pelo outro.’
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Fonte: Patricia Favorito Dorfman
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