O reitor da Universidade Federal do Paraná, Zaki Akel Sobrinho, revogou no dia 13 de fevereiro o Edital de Chamamento Público no qual o Banco Santander passaria a fornecer os crachás de identificação dos servidores e dos alunos.
De acordo com as Pró-reitorias de Planejamento e de Administração, a legislação não permite que as instituições públicas tenham conta em instituições bancárias privadas, mesmo que seja uma conta de transferência de dados. Com a revogação, todos os efeitos decorrentes do Edital foram cessados.
Apesar de cancelado, o procedimento seguiu todas as normas da Lei 8.666, a chamada Lei Geral das Licitações, e foi considerado dentro da legalidade e transparente.
A implantação do cartão permitiria a economia de recurso financeiro da universidade empregado com as carteiras de estudante e com as identidades funcionais.
O chip inteligente poderia ser carregado com valores nos caixas dos Restaurantes Universitários aumentando a segurança de servidores e usuários, evitando o uso rotineiro de dinheiro e reduzindo o potencial de assaltos.
Adicionamente, o cartão permitiria maior transparência, economia e controle no uso de recurso público utilizado para subsidiar as refeições da comunidade acadêmica e no uso do transporte intercampi.
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