Um dos grandes avanços foi a consolidação de acordos tradicionais de cooperação científica e tecnológica com universidades dos Estados Unidos e Europa, principalmente da Alemanha, França, Itália, Espanha e Portugal.
Gondim lembra que “ houve uma grande expansão do intercâmbio estudantil, em especial na graduação. Por outro lado os programas de pós-graduação, também, cada vez mais têm proporcionado mobilidade acadêmica e a CAPES tem adotado a internacionalização como critério com peso elevado no processo da avaliação trienal.”
Outro marco na área foi a criação em 2007 do Centro Internacional Brasil-Alemanha no âmbito da UFPR, o qual tem como principal objetivo promover atividades acadêmicas germano-brasileiras. Houve ampliação da mobilidade de professores e intercâmbio estudantil com instituições do Mercosul. Neste contexto, em muito contribuíram as atividades em rede do Grupo Montevidéu, mas também as relações bilaterais com instituições da Argentina, Paraguai, Uruguai e Chile.
As missões da Reitoria permitiram abrir novas possibilidades de cooperação e intercâmbio acadêmico com instituições da Polônia, República Tcheca, Japão e China.
INICIATIVA PRIVADA – Os projetos de pesquisa de caráter internacional também envolvem empresas tanto públicas como privadas. Pode-se citar como exemplo a cooperação entre UFPR, Universidade de Pisa da Itália e a Itaipu Bi-Nacional. No intercâmbio de estudantes com o INSA de Lyon na França, há envolvimento de estágios na Renault. Há grande quantidade de interações em rede da UFPR com outras universidades e empresas.
Com o Japão há diversos acordos que amparam atividades de cooperação e intercâmbio acadêmico. A missão cultural de um mês no Japão, efetuada todos os anos, com estudantes da UFPR junto com estudantes da PUC-PR é muito procurada e a seleção leva em consideração o rendimento acadêmico do aluno e o domínio do idioma inglês.
NOVAS PARCERIAS – Em 2007 o reitor Carlos Augusto Moreira Junior assinou dois novos acordos com instituições da China, ampliando para cinco o número instituições daquele país com as quais a UFPR mantém cooperação científica e tecnológica. A expectativa para 2008 é que comecem os intercâmbios estudantis com universidades chinesas. O interesse dos estudantes pela China se deve ao grande crescimento econômico, científico e tecnológico apresentado nos últimos anos pela China, afirma o professor Antonio Carlos Gondim.
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Fonte: ACS
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