Tudo para atender a expansão do setor que criou 50 novas vagas para a graduação e terá aumento também nas vagas de Mestrado em Contabilidade e Mestrado e Doutorado em Administração. O diretor do Setor de Ciências Sociais Aplicadas Zaki Akel Sobrinho comenta que o REUNI tem de ser visto como uma oportunidade e não como uma ameaça: “É um dinheiro que representa uma oportunidade imperdível, que há muito tempo não se via num contexto de financiamento do ensino público”, disse enfatizando que o dinheiro vem para atender demandas antigas represadas.
Expansão – O diretor comenta que as novas vagas ofertadas no curso de Administração privilegiam o aluno trabalhador: a nova turma de 40 vagas será ofertada para o período noturno. A expansão de vagas prevista pelo REUNI no setor também prevê um aumento de cinco vagas nas duas turmas de Graduação em Ciências Contábeis. Na Pós-Graduação, o esforço de expansão já aconteceu com o novo curso de Mestrado em Gestão da Informação e os Mestrado e Doutorado em Administração e Economia, que estão entre os melhores do País, com conceito cinco. Esses cursos também analisam o aumento de suas vagas.
Turmas Especiais – Entre as metas estabelecidas pelo REUNI está o índice de aprovação, cuja meta das universidades deve ser a de formar 90% dos alunos ingressantes. De acordo com o diretor, o Setor de Ciências Sociais Aplicadas está promovendo discussões internas para identificar e combater as causas da reprovação e também da evasão escolar. Iniciativa nesse sentido serão as turmas a serem ofertadas em período especial: as disciplinas que registram alto índice de repetência teriam turmas especiais nas férias escolares, fazendo com que os alunos tenham uma chance adicional de se reperiodizar.
Discussões Internas – A oferta de turmas especiais nas férias foi fruto das diversas vertentes trazidas à tona nas discussões internas motivadas pelo REUNI. O diretor comenta que apesar do pouco tempo para se avaliar os impactos de médio e longo prazo que o programa trará, o caminho interessante proposto motivou o debate na comunidade do Setor de Sociais Aplicadas. ‘Os departamentos tiveram a liberdade de escolher participar ou não, e aderir ou não ao programa. Quem entendeu que as metas eram inatingíveis, que teria perda de qualidade, pode livremente não aderir ao programa”, explicou, adiantando que os que disseram “sim” entenderam o REUNI como estímulo para uma adesão consciente na perspectiva de que é preciso atender uma demanda que é da sociedade por uma expansão do sistema público de ensino superior.
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Fonte: Letícia Hoshiguti
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