Projeto Institucional da UFPR para a Chamada CNPq 07/2026–PIBPG
Nesta página você irá encontrar as principais informações sobre o Projeto Institucional da UFPR para a Chamada Pública CNPq N° 07/2026 – Programa Institucional de Bolsas de Pós-Graduação (PIBPG), como os objetivos, o histórico do projeto e os temas estratégicos de pesquisa
Sobre
O projeto institucional da Universidade Federal do Paraná (UFPR) para o PIBPG tem como objetivo ampliar a formação de recursos humanos altamente qualificados em temas prioritários identificados, fortalecer a pesquisa e produção do conhecimento produzido na instituição por meio da seleção de projetos dos programas de pós-graduação stricto sensu (PPG), alinhados a um ou mais dos seguintes temas estratégicos de pesquisa nos quais a formação de recursos humanos é imprescindível:
- Biodiversidade e Meio-Ambiente
- Agricultura & Agronegócios
- Materiais Avançados
- Energias Sustentáveis/Renováveis (Energias Inteligentes) e Novas Formas de Energias
- Biociências, Biotecnologia e Saúde
- Democracia, Cultura e Desenvolvimento
- Cidades Inteligentes
- Sociedade, Educação e Economia
- Transformação Digital
- Desenvolvimento Sustentável
- Ciência aberta, Ciência Cidadã e Divulgação Científica
- Estudos Interdisciplinares em Inteligência Artificial
Objetivos Específicos
- Ampliar a formação de recursos humanos altamente qualificados em temas prioritários e estratégicos com impacto socioambiental, social, econômico e cultural;
- Potencializar a produção de conhecimento científico-tecnológico nos PPGs da UFPR;
- Contribuir para o desenvolvimento econômico, educacional e social do estado do Paraná a partir da geração e apropriação do conhecimento acadêmico-científico e tecnológico pela sociedade;
- Promover a interação entre a academia, o governo e os setores organizados da sociedade, com vistas ao desenvolvimento econômico, educacional e social do estado do Paraná e do Brasil.
- Impulsionar a transferência de conhecimentos à sociedade, por meio da interação entre a comunidade acadêmica especializada e os setores da sociedade em geral.
Histórico do Projeto
A UFPR participa do programa PIBPG desde 2022. Na chamada PIBPG n°69/2022 foram implementadas 20 bolsas, já na chamada nº 35/2023-PIBPG, houve um acréscimo para 66 bolsas, na chamada nº 50/2024 foram 104 bolsas e na chamada nº 12/2025 a instituição foi contemplada com 86 bolsas.
Ao final desta, 47 PPGs foram contemplados, proporcionando bolsas para discentes de mestrado e doutorado com projetos alinhados às áreas estratégicas de pesquisa, entretanto, um número expressivo de PPGs (45) ainda permaneceram sem cotas dessas bolsas o que impacta diretamente no acesso ao estudante de pós-graduação à sua qualificação.
Temas estratégicos de pesquisa
Os temas foram definidos considerando os eixos estruturantes do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) vigente na UFPR (https://ufpr.br/wp-content/uploads/2022/11/Plano-de-Desenvolvimento-Institucional-UFPR-2022-2026.pdf), sendo as Áreas Prioritárias do Paraná (definidas pelo Conselho Paranaense de Ciência e Tecnologia (https://www.seti.pr.gov.br/sites/default/arquivos_restritos/files/documento/2024-07/politica-estadual-cti.pdf) e as áreas estratégicas para a internacionalização institucional (https://internacional.ufpr.br/portal/plano-de-internacionalizacao-institucional-2024/) os norteadores desta proposta. Os temas de pesquisa prioritários e estratégicos definidos também são áreas de excelência de projetos institucionais e envolvem os programas de pós-graduação desses domínios.
Entre as características essenciais dos temas definidos, a transversalidade da produção intelectual dos programas de pós-graduação da UFPR e o impacto gerado a partir dos projetos de pesquisa especialmente no que tange o fortalecimento da formação de recursos humanos altamente qualificados no contexto da pós-graduação stricto sensu. A implementação das bolsas contribuirá para o fortalecimento de políticas inclusivas, ações afirmativas e na divulgação científica e para a inclusão da extensão de maneira estratégica.
- Biodiversidade e Meio Ambiente:
O Brasil é um dos países com alta diversidade do planeta, com dois de seus biomas incluídos entre os 10 hotspots de maior relevância para a conservação mundial: a Floresta Atlântica e o Cerrado. Estas extensões florestais têm papel importante na mitigação de problemas climáticos, como emissões de gases de efeito estufa e o aquecimento global. Ademais, o grande número de espécies vegetais e microrganismos da biodiversidade brasileira constitui reserva potencial para a descoberta de novas moléculas com propriedades farmacológicas e biotecnológicas. Vale ressaltar que apesar do destaque do país em biodiversidade e meio ambiente, o Brasil ainda é carente em recursos humanos especificamente formados para o conhecimento desta biodiversidade e seus usos. Assim, a proposta se justifica pela relevância nacional e global do tema, e pela necessidade de organizar e fazer avançar, de forma integrada, a pesquisa no país sobre as diversas dimensões da biodiversidade a partir da formação de redes internacionalizadas.
- Agricultura e Agronegócios:
O setores agrícola e de agronegócios, fundamentais para a economia do Brasil, especificamente no Paraná destacam-se pela tradição na produção agrícola e pelo notável crescimento diversificado. O estado está entre os principais produtores nacionais de commodities como soja, milho, trigo, suínos e aves. A predominância de pequenas propriedades no estado ressalta a força do cooperativismo, que lidera rankings nacionais de receita líquida. Justamente pela importância social e econômica, é imperativo investir em ciência e tecnologia para atrair as novas gerações e promover a sustentabilidade, com ênfase na inovação e modernização para impulsionar a competitividade, reduzir custos e aumentar a produtividade do setor.
- Materiais Avançados:
A área de pesquisa em Materiais é uma das mais antigas e consolidadas na UFPR, contando com pesquisadores de diferentes Programas de Pós-Graduação, colaborando em uma abordagem multi e transdisciplinar. Em 2013, destacados pesquisadores em Nanociência e Nanotecnologia fundaram o Laboratório Central de Nanotecnologia da UFPR (LCNano), integrando, desde 2014, o SISNANO – Sistema Nacional de Nanociência e Nanotecnologia do Governo Federal. Os materiais que são objeto de estudo desse projeto (nanoestruturas de carbono; nanopartículas e filmes metálicos; óxidos e nitretos de metais de transição; semicondutores; polímeros convencionais e condutores; materiais lamelares e bidimensionais; (nano)compósitos poliméricos e cerâmicos; magnetos moleculares, ligas metálicas) correspondem a materiais novos e avançados, com grande potencial de aplicação tecnológica e com grandes desafios científicos e de inovação.
- Energias Sustentáveis/Renováveis (Energias Inteligentes) e Novas Formas de Energias:
Os desafios relacionados à oferta de energia transcendem fronteiras e requerem abordagens transversais e multidisciplinares. A dependência majoritária de combustíveis fósseis e usinas nucleares, somada às fontes renováveis como hidroelétricas, biomassa e formas de menor impacto ambiental (solar, eólica, geotérmica, marés), evidencia a necessidade de desenvolver novas formas de geração de energia limpa e sustentável. O setor de Energias Sustentáveis/Renováveis é estratégico para o desenvolvimento do Paraná, exigindo investimentos não apenas em sua produção e consumo, mas também em ciência, tecnologia e inovação para garantir um suprimento energético eficiente e sustentável. Surgem assim grandes desafios, como desenvolver novas formas de geração de energia limpa, aumentar a sua capacidade de geração e promover o seu consumo de forma sustentável e ambientalmente correta. Este tema de pesquisa tem como resultados o desenvolvimento de novas formas de geração de energia limpa, aumentar a sua capacidade de geração e promover o seu consumo de forma sustentável e ambientalmente correta. Biocombustíveis oriundos de fontes renováveis são alternativa aos derivados de petróleo, devido à necessidade de se mitigar a poluição atmosférica oriunda da queima de combustíveis fósseis. Na UFPR, vários grupos de pesquisa têm produzido resultados de excelência em diferentes frentes de trabalho, como na energia fotovoltaica, na produção de combustíveis líquidos (biodiesel, etanol, HDO e hidrocarbonetos) e gasosos (biogás e hidrogênio), tendo impacto direto na sociedade e na economia.
- Biociências, Biotecnologia e Saúde:
O investimento em pesquisa em saúde não apenas atende a uma necessidade universal e indispensável, mas também impulsiona avanços na qualidade de vida da população. Resultados previstos desse projeto incluem o desenvolvimento de novas formas de prevenção, diagnóstico e tratamento – que são necessárias frente à complexidade e diversidade dos fenômenos que envolvem avanços derivados da ciência básica e aplicada. O fortalecimento de parcerias e de novas relações com centros de pesquisas internacionais deve prover inovações e avanços na prevenção, tratamento e controle de doenças crônicas degenerativas e na promoção da saúde, com alto impacto social.
Os setores de Biociências e Biotecnologia foram reconhecidos como estratégicos para o Brasil e, localmente, para o Estado do Paraná – que se destaca como o quinto estado brasileiro com maior concentração de empresas no ramo de biotecnologia, principalmente voltadas para o setor de alimentos. Considerando a vocação do estado é essencial implementar estratégias claras de incentivo à Ciência, Tecnologia e Inovação nesses setores, dada sua intensidade tecnológica e o potencial impacto em diversas indústrias.
- Democracia, Cultura e Desenvolvimento:
Esta área temática congrega pesquisadores de diversas disciplinas em torno de temas socialmente, cientificamente e tecnologicamente relevantes, abrangendo Ciências Humanas, Exatas, Sociais Aplicadas, Tecnológicas, Jurídicas, Artes e Educação. Esse tema gera alto impacto social com a excussão de projetos que analisam relações de poder e assimetrias sociais à luz da pauta dos direitos humanos, abordando domínios como o direito, política, cultura, economia e história; o ciclo das políticas públicas de caráter social, considerando aspectos inerentes à proposição, implementação e avaliação das iniciativas estatais; os problemas relativos ao desenvolvimento econômico e social, visando compreender fenômenos ligados às temáticas do espaço, da sociedade e do desenvolvimento; a produção e circulação de saberes, na perspectiva da análise histórica da constituição de diferentes tradições culturais e das transformações dos modelos estéticos, políticos, formativos e epistemológicos; os processos de formação da esfera pública digital, tendo em vista formas mais eficazes de comunicação e partilha, organização e análise de documentos históricos, culturais e artísticos, dados, informações e resultados de pesquisa.
- Cidades Inteligentes:
O conceito de cidades inteligentes incorpora tecnologia da informação e comunicação para atender eficientemente às necessidades sociais e econômicas, priorizando o desenvolvimento sustentável, qualidade de vida e governança participativa. Essas cidades buscam configurar ambientes propícios à inovação, atração de investimentos e formação de talentos, onde a ciência e tecnologia desempenham papel crucial na melhoria da infraestrutura, eficiência urbana, segurança e impulsionamento de empreendimentos tecnológicos.
- Sociedade, Educação e Economia:
As recentes transformações em todas as esferas da vida social, econômica e política ressaltam a necessidade de uma ação antecipada e preditiva do Estado. Investir na criatividade de indivíduos, grupos e instituições torna-se crucial para construir uma nova realidade orientada para o desenvolvimento sustentável. A excelência educacional e inovações em lazer, cultura, turismo, comércio e oportunidades econômicas são fundamentais para a adaptação às mudanças, incorporando tecnologias avançadas.
- Transformação Digital:
A transformação digital, essencial no planejamento estratégico de longo prazo, envolve mudanças profundas em estruturas socioeconômicas, padrões organizacionais e questões culturais. Seus benefícios incluem processos mais rápidos, maior volume de informações, transparência de dados e controle operacional para alcançar efetividade e vantagem competitiva. No entanto, sua implementação desordenada pode acarretar desafios como a precarização do trabalho. O desenvolvimento de ferramentas e de políticas bem estruturadas de transformação digital é essencial para antecipar e mitigar impactos negativos, maximizando os aspectos positivos da implementação das novas tecnologias.
- Desenvolvimento Sustentável:
A implementação de políticas públicas que assegurem o engajamento e a articulação dos públicos de interesse é crucial para promover o desenvolvimento sustentável. Este processo requer uma abordagem proativa e preditiva do Estado, orientada para novos padrões de produção e consumo, destacando a importância da excelência educacional, inovação em diversas áreas e a incorporação de tecnologias avançadas, especialmente digitais, para garantir o desenvolvimento sustentável em um mundo cada vez mais interconectado. A UFPR trabalha para ser reconhecida nacional e internacionalmente como uma universidade que visa ao desenvolvimento sustentável, e possui uma Política de Sustentabilidade regulamentada pela Resolução nº 08/22-COUN, cujas diretrizes são observadas no ensino, pesquisa, extensão e gestão da instituição.
- Ciência aberta, Ciência Cidadã e Divulgação CientíficaCiência aberta, Ciência Cidadã e Divulgação Científica
Os princípios de transparência, inclusão, equidade e compartilhamento permeiam todas as ações da ciência aberta, um movimento que visa a acessibilidade e transparência de todo o processo científico, desde a concepção da pesquisa até a sua divulgação. Portanto, pesquisas que envolvem o acesso aberto, dados de pesquisa abertos, infraestruturas abertas, revisão por pares aberta, preprints, repositórios abertos, métricas alternativas, inovação aberta e educação aberta, por exemplo, são fundamentais para consolidar esse tema estratégico. A ciência cidadã também é uma das dimensões da ciência aberta e visa promover a participação de não cientistas em todo o desenvolvimento de conhecimento científico de modo a fortalecer a responsabilidade social e econômica da ciência. Destaca-se que a ciência aberta e ciência cidadã são diretamente relacionadas ao processo de comunicação científica, que envolve canais formais e informais. Complementarmente, a divulgação científica desenvolve ações com foco na popularização do conhecimento científico, ou seja, o alcance e compreensão desse conhecimento pela população em geral. Portanto, pesquisas que visam popularizar a ciência, democratizar o acesso ao conhecimento e incentivar o interesse por temas científicos também são relacionadas a este tema estratégico.
- Estudos Interdisciplinares em Inteligência Artificial
Compreende pesquisas interdisciplinares voltadas à compreensão, desenvolvimento, aplicação e avaliação da inteligência artificial, articulando perspectivas de todas as áreas do conhecimento. Abrange as dimensões técnicas, éticas, jurídicas, econômicas, políticas, sociais, culturais e ambientais da inteligência artificial, incluindo, por exemplo, inteligência artificial generativa, aprendizado de máquina, ciência e gestão de dados, sistemas inteligentes, interação humano-máquina e aplicações de inteligência artificial em diferentes contextos científicos, tecnológicos e sociais. A área busca fomentar pesquisas capazes de produzir conhecimento, tecnologias, metodologias e subsídios para políticas e práticas relacionadas ao desenvolvimento e uso responsável, seguro, inclusivo, sustentável e socialmente orientado da inteligência artificial.
Informações complementares para avaliadores Cnpq
Esta seção é destinada a informações complementares relacionadas ao item 7.1.4 do edital 07/2026-Cnpq
Políticas, ações ou programas estruturados para promover a equidade e a inclusão na pós-graduação
A principal política para a promoção de equidade e inclusão na pós-graduação stricto sensu da UFPR está descrita na Resolução nº 02/25-CEPE, que institui normas obrigatórias para procedimentos, editais e reserva de vagas nos processos seletivos da pós-graduação stricto sensu. Ela assegura que todos os PPGs reservem, no mínimo, 20% das vagas para candidatos(as) pertencentes a grupos historicamente sub-representados, (Acessar aqui: https://soc.ufpr.br/wp-content/uploads/2025/03/RESOLUCAO-No-02-25-CEPE.pdf). A resolução padroniza e torna obrigatória em toda a universidade, ações isoladas que já aconteciam anteriormente e, dessa forma fortalece a política em nível institucional.
URLs de alguns editais de processos seletivos da UFPR que contemplam critérios relacionados à equidade e inclusão:
- https://ufpr.br/propg/cpgss/programas-mestrado-doutorado/
- https://www.prppg.ufpr.br/site/ppgzoo/wp-content/uploads/sites/76/2024/11/edital_selecao_2024_2025.pdf
- https://www.prppg.ufpr.br/site/ppge/wp-content/uploads/sites/45/2025/07/sei_7908593_edital_24.pdf
- https://www.prppg.ufpr.br/site/ppgletras/wp-content/uploads/sites/65/2025/09/edital-convocacao-candidatos-para-banca_heteroidentificacao_assinado.pdf
A resolução garante ainda a realização de bancas de validação de autodeclaração, assegurando lisura e transparência no ingresso, bem como a validade futura das avaliações realizadas. Apesar da normativa ser recente as bancas de validação eram realizadas anteriormente para os programas de pós-graduação que já previam em seus processos seletivos as reservas de vagas, como os Programas de Pós-Graduação em Educação, Letras, História e Gestão da Informação, por exemplo.
Desde março de 2025, os PPGs tem sido apoiados em seus processos seletivos. A UFPR implementou a Banca Unificada de Validação das Autodeclarações de Pertencimento Étnico-Racial, regulamentada pelo Edital nº 01/2025 PROPG/PROAFE/NC/UFPR que estabelece um processo centralizado, transparente e padronizado de verificação prévia das autodeclarações de pessoas negras (pretas e pardas) que desejam concorrer às vagas reservadas na pós-graduação. A participação na banca é obrigatória para novos candidatos e garante emissão de declaração oficial válida para todos os processos seletivos da UFPR, evitando repetição de etapas e assegurando segurança jurídica, eficiência administrativa e isonomia de tratamento. (Detalhes aqui: https://ufpr.br/propg/cpgss/acoes-afirmativas/banca-unificada/).
Além do acesso, a normativa também prevê medidas de permanência, como planos de estudo individualizados, monitoria acadêmica, percursos formativos para docentes e técnicos e apoio pedagógico para reduzir desigualdades no percurso acadêmico. Tais ações estão sob responsabilidade conjunta da PROPG, da PROAFE e da Pró-Reitoria de Pertencimento e Políticas de Permanência Estudantil (P4E), assegurando integração institucional e continuidade das políticas. O questionário Avaliação do contexto estudantil na Pós-Graduação da UFPR está sendo aplicado a todos os discentes de prós-graduação stricto sensu da UFPR como uma dessas ações para identificar necessidades de recursos para permanência, disponível aqui: https://forms.office.com/r/sveYyP4EGm
O Projeto de Formação Pré-acadêmica: afirmação na pós UFPR tem por objetivo viabilizar a existência de condições equânimes para interessados e interessadas em realizar um curso de pós-graduação Stricto Sensu pertencentes a grupos historicamente sub-representados. (Ver Edital: https://proafe.ufpr.br/editais-cursistas-2025/)
A UFPR, por meio da CAS/PROAFE, garante apoio a estudantes com deficiência e surdos(as), com atendimento psicopedagógico, materiais acessíveis e tradução em Libras. Programas de permanência priorizam estudantes de baixa renda e de regiões de baixo IDH, ampliando o acesso à pós-graduação. Também fortalece políticas para mulheres e LGBTQIAP+, promovendo equidade e combate a violências de gênero.
Ações para permanência na pós-graduação
Em 2025, a Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PROPG) e a Pró-Reitoria de Pertencimento e Políticas de Permanência Estudantil (P4E) publicaram o Edital 06/2025, instituindo o Programa de Assistência Estudantil para a Pós-Graduação Stricto Sensu (PAEPG). A iniciativa representa um marco institucional na consolidação das políticas de permanência voltadas especificamente ao público da pós-graduação, atendendo às diretrizes estabelecidas pela Lei nº 14.914/2024, que integra o Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES) e autoriza sua expansão para estudantes de mestrado e doutorado.
O PAEPG tem como finalidade contribuir para a permanência de pós-graduandos em situação de vulnerabilidade socioeconômica, assegurando condições mínimas para que possam dedicar-se integralmente às atividades acadêmicas. O primeiro edital ofertou 40 bolsas mensais no valor de R$ 600,00, com vigência de até 12 meses, destinadas exclusivamente a estudantes da UFPR regularmente matriculados em cursos de mestrado ou doutorado. No contexto da política de permanência estudantil, o edital consolida a cooperação entre PROPG, SAE e P4E, articulando esforços para assegurar que o apoio financeiro alcance os estudantes que mais necessitam e contribua para a redução de evasão, ampliando o acesso, a diversidade e a qualidade da pós-graduação stricto sensu na universidade. Mais informações sobre PAEPG: https://ufpr.br/propg/sae/programa-de-assistencia-estudantil-da-pos-graduacao-paepg/
Equidade de Gênero: presença de mulheres em cargos de direção
A UFPR apresenta participação expressiva de mulheres em cargos de direção considerados para fins do item 7.1.3 da Chamada Pública CNPq nº 07/2026, evidenciando o compromisso institucional com a promoção da equidade de gênero na gestão universitária e na pós-graduação.
Considerando dados de julho de 2026, entre os 103 cargos considerados nos termos da Chamada (Reitoria, Vice-Reitoria, Pró-Reitorias e Coordenações de Programas de Pós-Graduação) 43 são ocupados por mulheres, correspondendo a aproximadamente 42% do total. Especificamente, verifica-se a seguinte distribuição: Vice-Reitoria: 1 mulher; Pró-Reitorias: 5 mulheres entre 9 cargos; Coordenações de Programas de Pós-Graduação: 37 mulheres entre os 92 Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da instituição. Esses dados demonstram a presença feminina em posições estratégicas de gestão acadêmica e administrativa, refletindo a participação das mulheres nos processos de planejamento, tomada de decisão e condução das políticas institucionais de ensino, pesquisa, inovação e pós-graduação.
As informações institucionais são públicas e passíveis de verificação por meio do Organograma Oficial da UFPR e dos registros funcionais da Universidade, disponíveis em: a) Organograma institucional da UFPR: https://cgr.ufpr.br/portal/organograma-ufpr; b) Relatório de servidores ocupantes de função da UFPR: https://progepe.ufpr.br/relatorios/
A relação nominal das ocupantes dos cargos e os respectivos links para os Currículos Lattes, estão disponíveis aqui:
A UFPR compreende que a ampliação da participação feminina em espaços de liderança fortalece a diversidade de perspectivas na formulação de políticas institucionais e contribui para uma gestão mais representativa, inclusiva e alinhada aos princípios de equidade que orientam o desenvolvimento da pesquisa e da pós-graduação.
Ações para enfrentamento ao feminicídio e à violência doméstica e familiar
Atuação contínua e estruturada em pesquisa, formação acadêmica e produção técnico-científica relacionadas ao enfrentamento ao feminicídio e à violência doméstica e familiar contra as mulheres
A UFPR apresenta atuação contínua e estruturada em pesquisa, formação acadêmica e produção técnico-científica voltadas ao enfrentamento do feminicídio e da violência doméstica e familiar contra as mulheres, com evidências apresentadas por dez Programas de Pós-Graduação (PPG), abrangendo praticamente todos os eixos temáticos previstos no item 7.1.4 da Chamada.
No eixo de grupos de pesquisa certificados, destacam-se o Grupo de Estudos e Pesquisas em Pedagogia Social (GEPEPS), do PPG em Psicologia, voltado à prevenção de maus-tratos infantis com interseção de gênero; os grupos Gênero e Políticas Públicas e InstiGA, do PPG em Políticas Públicas; e a linha de pesquisa sobre tecnologias da informação com incentivo à participação feminina, do PPG em Ciência de Dados.
Em laboratórios, núcleos e observatórios, cita-se o Laboratório de Investigação em Corpo, Gênero e Subjetividade na Educação, do PPG Rede Nacional para Ensino das Ciências Ambientais, e o projeto “Eu Decido”, de apoio ao planejamento de segurança pessoal para prevenção do feminicídio em mulheres vítimas de violência por parceiro íntimo, financiado por CNPq, Fundação Araucária e Emory University, do PPG em Saúde Coletiva.
No âmbito de disciplinas e ações formativas, destacam-se “Estudos de gênero e feminismos na pesquisa em música”, do PPG em Música; “Políticas Públicas de Fomento ao Empreendedorismo”, do PPG em Políticas Públicas; “Ecofeminismo: mulher, meio ambiente e ética do cuidado”, do PPG Rede Nacional para Ensino das Ciências Ambientais; e capacitações para policiais militares sobre o ciclo da violência doméstica, do PPG em Gestão de Organizações, Liderança e Decisão.
Quanto a seminários e atividades de extensão, destacam-se o Observatório de Corpo, Gênero e Sexualidade do Litoral do Paraná, com ações como o “TRANSpirar – corrida pela diversidade”, do PPG Rede Nacional para Ensino das Ciências Ambientais; o projeto “Hip Hop: educação, comunidades e culturas”, com reserva de vagas para mulheres, do PPG em Antropologia e Arqueologia; e o Programa de Extensão Aurora, com seminários sobre empreendedorismo feminino e inovação social, do PPG Química em Rede Nacional (PROFQUI).
Em publicações e produtos técnico-científicos, ressaltam-se artigos em periódico Qualis A1 sobre compositoras latino-americanas, do PPG em Música; TCCs, artigos e vídeos educativos produzidos por egressas sobre violência de gênero, do PPG em Prática do Cuidado em Saúde; livros e capítulos sobre políticas públicas para mulheres e interseccionalidade, do PPG em Políticas Públicas; e uma série consistente de artigos sobre violência contra a mulher e masculinidades no campo da Análise do Comportamento, do PPG em Psicologia.
Por fim, no eixo de redes e iniciativas institucionais, destacam-se a participação no Comitê Setorial de Combate à Violência contra a Mulher e no GTT 7 – Gênero e Sexualidade do CBCE, do PPG Rede Nacional para Ensino das Ciências Ambientais; e o Fórum de Aborto Legal do Paraná e a Comissão Institucional de Prevenção às Violências da UFPR, do PPG em Saúde Coletiva.
Ações por programa de pós-graduação
Abaixo a lista com a descrição das atividades desenvolvidas pelos PPG da UFPR mencionados.
a) grupos de pesquisa certificados;
- Grupo de Estudos e Pesquisas em Pedagogia Social (GEPEPS) (dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/3039395173934102) – PPG Psicologia
- Gênero e Políticas Públicas (dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/8318218743112894) e InstiGA – Instituto de Governança e Análise de Dados (dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/1709062338273229)- PPG Políticas Públicas;
- Núcleo de Estudos de Gênero (dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/4566418641557293) (https://generos.ufpr.br/apresentacao/apresentacao/) – PPG História
- Grupo Interdisciplinar de Pesquisas Sobre Território Diversidade Saúde (TEDIS) (dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/3589201458690604) (https://www.tedis.pro.br/ ) – PPG Saúde Coletiva:
- Grupo de Estudos de Criminologia Crítica (dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/3115917015185993)- PPG Direito
b) laboratórios, observatórios, núcleos ou centros de estudos;
- Laboratório de Investigação em Corpo Gênero e Subjetividade na Educação (https://labinufpr.wordpress.com/) – PPG Rede Nacional para Ensino das Ciências Ambientais.
- “Eu Decido”, iniciativa de apoio ao planejamento de segurança pessoal para prevenção do feminicídio em mulheres vítimas de violência por parceiro íntimo, financiado por CNPq, Fundação Araucária e Emory University (https://ufpr.br/projeto-da-ufpr-visa-ajudar-mulheres-vitimas-de-violencia-praticada-por-parceiros-intimos/) (https://eudecido.ufpr.br/portal/) – PPG em Saúde Coletiva
- Clínica de Direitos Humanos (https://cdh.ufpr.br/) – PPG Direito:
c) disciplinas, cursos e ações formativas ofertadas no âmbito dos Programas de Pós-Graduação;
No âmbito de disciplinas e ações formativas, destacam-se “Estudos de gênero e feminismos na pesquisa em música”, do PPG em Música; “Políticas Públicas de Fomento ao Empreendedorismo”, do PPG em Políticas Públicas; “Ecofeminismo: mulher, meio ambiente e ética do cuidado”, do PPG Rede Nacional para Ensino das Ciências Ambientais; e capacitações para policiais militares sobre o ciclo da violência doméstica, do PPG em Gestão de Organizações, Liderança e Decisão.
d) realização de seminários, eventos científicos e atividades de extensão;REDE NACIONAL PARA ENSINO DAS CIÊNCIAS AMBIENTAIS-33002045070P4
Quanto a seminários e atividades de extensão, destacam-se o Observatório de Corpo, Gênero e Sexualidade do Litoral do Paraná, com ações como:
- “TRANSpirar – corrida pela diversidade”, do PPG Rede Nacional para Ensino das Ciências Ambientais https://litoral.ufpr.br/blog/noticia/ii-transpirar-corrida-pela-diversidade/;
- Projeto “Hip Hop: educação, comunidades e culturas”, com reserva de vagas para mulheres, do PPG em Antropologia e Arqueologia, e;
- Programa de Extensão Aurora, com seminários sobre empreendedorismo feminino e inovação social, do PPG Química em Rede Nacional (PROFQUI).
- Se as paredes da UFPR falassem | CDH UFPR https://cdh.ufpr.br/se-as-paredes-da-ufpr-falassem-projeto/
- Guias de Direitos Fala Direito Comigo https://cdh.ufpr.br/guias-de-direitos-fala-direito-comigo/
https://cdh.ufpr.br/serie-de-videos-fala-direito-comigo/
- Março das Mulheres: https://ufpr.br/marco-das-mulheres/
- Projeto Fênix – Mulheres em ReAção (2025-2030) – Coordenado por Alessandra Schosloski Alves Coutinho: No Brasil, existem várias leis que combatem a violência contra a mulher, como a Lei Maria da Penha, a Lei do Feminicídio, a Lei do Minuto Seguinte e a Lei 14.899/2024. Porém nos últimos anos a violência contra a mulher tem crescido e tem dado seu alarme de que estas devem ser protegidas e orientadas. Neste projeto faremos curso e rodas de conversar para orientação, será feito a escuta das pessoas em vulnerabilidade e encaminhamentos pertinentes cada situação. Sugestão de criação de normatização pertinente para atendimento de demanda. Criação de protocolos internos na UFPR para este tipo de atendimento.
- Observatório de Impacto CIDH-Mulheres-Brasil – Coordenado por Ana Carolina Lopes Olsen e Melina Girardi Fachin: A discriminação estrutural contra as mulheres no Brasil se manifesta em elevados índices de violência de gênero e na persistência de desigualdades no acesso a espaços de poder. Atentos a essa realidade, a Comissão e a Corte Interamericana de Direitos Humanos têm desenvolvido importantes parâmetros para a atuação estatal em casos de violência contra as mulheres, como demonstram decisões emblemáticas envolvendo o Brasil, como o caso Maria da Penha e Márcia Barbosa de Souza. No Brasil, diversas iniciativas institucionais já vêm sendo desenvolvidas como o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Pacto Nacional do Judiciário sobre Direitos Humanos e o Pacto Nacional de Enfrentamento do Feminicídio. A consolidação dessas iniciativas, contudo, também demanda espaços de cooperação e diálogo entre universidade e instituições do sistema de justiça, especialmente em âmbito estadual. Diante desse contexto, o presente projeto de extensão tem como objetivo promover, por meio do diálogo entre a Universidade Federal do Paraná e os órgãos do Sistema de Justiça do Estado do Paraná — Tribunal de Justiça, Ministério Público e Defensoria Pública — ações de formação e sistematização voltadas à aplicação prática dos standards interamericanos sobre violência contra as mulheres. Entre as atividades previstas estão a realização de oficinas interinstitucionais com operadores do sistema de justiça e a elaboração colaborativa de guias práticos para aplicação do controle de convencionalidade em casos de violência de gênero.
- Clínica de Direitos Humanos da Universidade Federal do Paraná – Coordenador por Taysa Schiocchet: a Clínica de Direitos Humanos é o lugar onde a teoria encontra a prática. Aqui, unimos Ensino, Pesquisa e Extensão para entender de verdade os direitos humanos, especialmente como a tecnociência afeta nossas vidas, a dos animais e do planeta como um todo. Queremos democratizar o conhecimento sobre Direitos Humanos, enfatizando a perspectiva de gênero. A gente quer que as pessoas entendam, se envolvam e, o mais importante, ponham em prática esses direitos. https://cdh.ufpr.br/
e) publicações científicas, produtos técnicos, relatórios, protocolos, materiais educativos ou tecnológicos; e
A UFPR tem inúmeras produções intelectuais sobre o tema do feminicídio e da violência contra a mulher, refletindo os resultados das ações dos grupos de pesquisa, iniciativas institucionais, entre outras. São listadas abaixo essas produções:
- Produção bibliográfica (artigos, livros, anais, etc) indexada na base de dados Open Alex: por meio de um levantamento bibliográfico identificamos um corpus de 84 publicações sobre o tema feminicídio e violência contra a mulher que tem pelo menos um dos autores vinculado à UFPR, disponíveis no arquivo abaixo:
- Teses e dissertações defendidas na UFPR que trabalharam o tema do feminicídio ou da violência contra a mulher: por meio de um levantamento bibliográfico identificamos um corpus de 146 trabalhos (107 dissertações e 39 teses) de discentes da pós-graduação da UFPR sobre o tema feminicídio e violência contra a mulher, disponíveis no arquivo abaixo
Alguns destaques:
- Ciência UFPR – Entrevista: Priscilla Placha Sá relaciona a violência vicária entre as expressões do feminicídio. (https://ciencia.ufpr.br/portal/mata-se-uma-mulher-nao-apenas-por-atos-reais-mas-tambem-aniquilando-sua-memoria-e-existencia-priscilla-placha-sa/) (https://ufpr.br/ciencia-ufpr-priscilla-placha-sa-relaciona-a-violencia-vicaria-entre-as-expressoes-do-feminicidio/)
- Dossiê Feminicídio: Por que aconteceu com ela?: documento produzido em uma parceria da UFPR e do Tribunal de Justiça do Paraná: https://inovacao.tjpr.jus.br/web/cevid/materiais-e-documentos/-/asset_publisher/R8lhF1uabGFg/content/dossie-feminicidio-por-que-aconteceu-com-ela-
- Ciência UFPR: Homicídios de mulheres indígenas crescem 500% em 20 anos no Brasil, diz estudo: https://ufpr.br/ciencia-ufpr-homicidios-de-mulheres-indigenas-crescem-500-em-20-anos-no-brasil-diz-estudo/
- Serviços de aborto legal | Paraná: a Clínica de Direitos Humanos da UFPR tem parceria com o serviço e produs material informativo sobre o tema https://cdh.ufpr.br/servicos-de-referencia-para-aborto-legal-no-pr-fal-pr/
- E-book Justiça Reprodutiva no Brasil: elaborado pela equipe da Clínica de Direitos Humanos da UFPR: https://cdh.ufpr.br/e-book-justica-reprodutiva-no-brasil/
- História em quadrinhos (HQ) sobre violência doméstica e/ou sexual contra mulheres elaborada por pesquisadores da UFPR: https://tedis.pro.br/projeto/Hist%C3%B3ria-em-quadrinhos-%28HQ%29-sobre-viol%C3%AAncia-dom%C3%A9stica-eou-sexual-contra-mulheres–Comic-Book-%28HQ%29-on-Domestic-andor-Sexual-Violence-Against-Women
f) participação em redes, fóruns ou iniciativas institucionais voltadas ao enfrentamento da violência contra as mulheres.
Destacam-se as seguintes participações:
- Comitê Setorial de Combate à Violência contra a Mulher e no GTT 7 – Gênero e Sexualidade do CBCE, do PPG Rede Nacional para Ensino das Ciências Ambientais;
- Fórum de Aborto Legal do Paraná e a Comissão Institucional de Prevenção às Violências da UFPR, do PPG em Saúde Coletiva.
- Elas ocupam: da pesquisa ao acolhimento, a luta contra o feminicídio dentro da universidade – consiste em uma série de matérias promovida pela Superintendência de Comunicação da UFPR;
- O Complexo Hospital de Clíncias da UFPR é referência no atendimento às vítimas de violência sexual: o CHC da UFPR tem um atendimento especializado a mulheres e homens, a partir dos 12 anos de idade, que foram vítimas de violência sexual. O serviço é composto por uma equipe multiprofissional de Ginecologia e Obstetrícia, Infectologia, Psicologia e Serviço Social, além do suporte da Enfermagem e das demais especialidades do CHC;
- Bancos Vermelhos: Todos os campi da Universidade Federal do Paraná (UFPR) se mobilizaram nesta segunda-feira (9/03/2026) na pintura dos Bancos Vermelhos, em uma iniciativa contra o feminicídio. A ação simbólica faz parte da programação do Março das Mulheres, que conta com atividades voltadas à reflexão sobre equidade de gênero e enfrentamento às violências. https://ufpr.br/acao-contra-o-feminicidio-mobiliza-comunidade-da-ufpr-confira-imagens/
https://ufpr.br/ufpr-reforca-combate-ao-feminicidio-com-gesto-simbolico-de-pintura-de-bancos-vermelhos/
g) Outras atividades
Outras atividades realizadas
Programa de Pós-graduação CIÊNCIA DE DADOS-40001016177P0
- Editais de seleção de bolsistas de extensão com incentivo à participação de alunas: 100% girls power – https://tiaplicada.ufpr.br/wp-content/uploads/2025/04/2021editalbolsa.pdf, ou com pontuação extra – https://tiaplicada.ufpr.br/wp-content/uploads/2025/04/editalselecaoextensao2025-1.pdf; https://tiaplicada.ufpr.br/wp-content/uploads/2026/05/editalselecaoextensao2026.pdf
GESTÃO DE ORGANIZAÇÕES, LIDERANÇA E DECISÃO-40001016172P9
- Elaboramos uma proposta de formação para mulheres em situação de violência para enfrentar as consequências e ajudar a organizar uma identidade empreendedora.
POLÍTICAS PÚBLICAS-40001016076P0
Orientações em andamento:
Profa. Rubia Carla Formighieri Giordani
- Evelyn Mates. Políticas Públicas e a Violência Contra a Mulher: Avaliação da eficácia da Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres sob a perspectiva da Casa da Mulher Brasileira do Paraná. Início: 2025. Dissertação (Mestrado em Políticas Públicas) – Universidade Federal do Paraná. (Orientador).
- Danielle Couto. POLÍTICAS PÚBLICAS PARA MENINAS E MULHERES: UMA ANÁLISE BRASILEIRA À LUZ DA AGENDA ONU 2030. Início: 2025. Tese (Doutorado em Políticas Públicas) – Universidade Federal do Paraná, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. (Orientador).
- Cristiane Rocha Silva. Sagrado Feminino: a subversividade de um movimento pelo auto-cuidado. Início: 2021. Tese (Doutorado em Políticas Públicas) – Universidade Federal do Paraná, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. (Orientador).
Profa. Marcia Regina Ferreira
- Joyce Leticia Ferreira Tambosi. Políticas Públicas para mulheres: Um estudo acerca das ações implementadas no Estado do Paraná para a promoção à igualdade de gênero. Início: 2025. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas) – Universidade Federal do Paraná. (Orientador).
- Teresa Domingos Gomes. POLÍTICAS PÚBLICAS DE CULTURA E INSURGÊNCIAS: A PUBLICAÇÃO DE ESCRITORAS NEGRAS NA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA. Início: 2025. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas) – Universidade Federal do Paraná. (Orientador).
Profa. Carolina Bagattolli
- Gabriele Ewilin de Oliveira Ribas. Avaliação de implementação da Patrulha Maria da Penha: um estudo de caso em um município do Paraná. Início: 2023. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas) – Universidade Federal do Paraná, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. (Orientador).
- Tailaine Cristina Costa. Participação feminina na política: desenvolvimento de um plano partidário para inclusão. Início: 2023. Tese (Doutorado em Programa de Pós-graduação em Políticas Públicas) – Universidade Federal do Paraná, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. (Orientador).
Prof. Fernando Antonio Prado Gimenez
- Tamara da Silva. BARREIRAS ESTRUTURAIS E POLÍTICAS PÚBLICAS DE FOMENTO AO EMPREENDEDORISMO: A ECONOMIA SOLIDÁRIA COMO ESTRATÉGIA PARA A AUTONOMIA E VALORIZAÇÃO DOS SABERES DE MULHERES QUILOMBOLAS NA LAPA, ESTADO DO PARANÁ, NO PERÍODO DE 2015-2025. Início: 2025. Dissertação (Mestrado em Políticas Públicas) – Universidade Federal do Paraná, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. (Orientador).
- Marcia Cristina da Silva Cavazzani. Analise de Políticas Públicas voltadas à inserção ou permanência de mulheres pós maternidade no mercado de trabalho por meio do empreendedorismo e inovação. Início: 2024. Dissertação (Mestrado em Políticas Públicas) – Universidade Federal do Paraná, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. (Orientador)
Prof. Adriano Nervo Codato
- Katiely Lemes Ribeiro. Sub-representação feminina nas eleições municipais: três casos comparados. Início: 2026. Dissertação (Mestrado em Políticas Públicas) – Universidade Federal do Paraná. (Orientador).”
MÚSICA-40001016055P2
- Projeto de pesquisa: Música, gênero e feminismo.Em andamento (2026-2030). Profa. Dra. Juliane Cristina Larsen.