O Festival de Inverno da UFPR tem feito sucesso em todas as suas edições pela qualidade de suas oficinas, espetáculos e shows. Mais: é exemplo de compromisso social, quando pensa também em atender as demandas da comunidade local com cursos voltados para a capacitação dos professores e da clientela da APAE. Há porém um ingrediente fundamental para que tudo funcione: uma equipe de técnicos que trabalha de forma quase que invisível para montar, desmontar, equipar, orientar, fazer enfim com que a máquina chamada festival de inverno rode “redondo”.
É a equipe administrativa e de infra-estrutura do evento. São 27 servidores técnicos administrativos da UFPR que trabalham antes, durante e depois de cada festival. Alguns começam com o trabalho em Curitiba, instalam-se em Antonina dois dias antes do início para deixar tudo pronto para o “abrir de cortinas e o espetáculo começar”.
Simone Verchai, coordenadora administrativa, dá um bom exemplo desse trabalho prévio e permanente ao longo dos oito dias em Antonina. As inscrições que começam na Pró-reitoria ou via internet têm sua continuidade na coordenação local na cidade. Também somente em Antonina são realizadas as inscrições infantis e é iniciado o credenciamento de quem se inscreveu e o cadastramento de todos. Está-se montando um banco de dados para que no próximo festival os participantes que retornem já tenham os dados no sistema.
Trabalho feito, começam os cursos. Agora é a hora de mandar as chamadas para as salas de aula e em seguida, iniciar a confecção dos certificados de participação… Ou seja, à Simone e sua equipe, que conta com outras quatro pessoas, em todo processo resta tempo apenas para apreciar alguns dos espetáculos. “Das oficinas mesmo, só notícias trazidas pelos outros”, explica, lembrando ainda dos colegas que estão do lado de fora, cuidando do palco, dos camarins, da portaria do teatro e da Praça.
E por falar em “outros”, são aqueles que vêm e vão o tempo todo, incessantemente, buscar e levar materiais para os locais em que se realizam as oficinas. Monitores – são dez ao todo – que auxiliam os funcionários. Some-se ao grupo ainda os funcionários da Prefeitura de Antonina e os 18 motoristas que atendem a comunidade participante em Antonina e também transportam os grupos e artistas que chegam e retornam durante o evento. À essa equipe, a coordenadora executiva Lucinha Mion credita o sucesso do Festival. “Sem eles o evento simplesmente não aconteceria”, pondera.
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Fonte: Leticia Hoshiguti
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