O filhote foi encontrado em junho deste ano em Guaratuba pela Polícia Ambiental. Ele tinha ferimento no olho e estava sendo tratado no CEM. Como ficou cego e foi preciso buscar um lugar mais apropriado para a espécie, explicou a bióloga Márcia Regina de Oliveira, já que ele não poderá mais viver no mar. Os pesquisadores do CEM entraram em contato com a Rede de Encalhes de Mamíferos Aquáticos – RENASUL – com a finalidade de encontrar um novo lar para o animal. Dois veterinários do instituto baiano vieram ao Paraná e, depois de diversos exames, levaram o animal.
Antes da viagem foi necessário construir uma caixa especial para para o filhote que pesa 20 quilos, como também para o seu conforto durante o transporte. A sua espécie é abundante no litoral do Uruguai.
TORCEDORES – Se não fosse a ajuda de voluntários, o embarque do animal que estava sendo transportado em uma caminhonete, não teria sido feito na tarde de domingo. O tráfego na direção do Aeroporto Afonso Pena ficou congestionado porque os torcedores do Coritiba foram esperar os jogadores que voltavam de Recife como campeões da série B. Para não perder o horário do vôo, a caixa foi levada a pé por várias pessoas que se dispuseram em colaborar.
OUTROS ANIMAIS – O CEM está com mais um lobo-marinho em tratamento que foi encontrado no inverno em Pontal do Sul. Este é de uma espécie da Antártica e está desnutrido, explica a bióloga. Estão sendo cuidados também dois atobás e um pingüim.
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Fonte: ACS
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