Foram as portas da diversidade que se abriram de par em par, não para encerrar, mas para guardar no coração de cada um, a grande mensagem do trabalho e da festa.
“Com certeza, a reflexão está presente, não somente como expectadora, mas nas atitudes daqueles que vêm à Antonina para viverem o festival”, pensa a coordenadora geral do evento, Lucinha Mion. Antonina se tornou um presente para os olhos. No Colégio Brasílio Machado, a rotina das oficinas mudou, o espaço transformou-se num imenso palco de vários cenários. Lá, a beleza é que fala nos resultados do trabalho e da imaginação de cada um dos alunos.
As histórias são muitas e contadas por muitos atores, de múltiplas formas. Para interpretar, basta ver o novo, o diferente, e sentir as surpresas: um teatro automatizado com personagens robôs que se mexem em cena num espetáculo de 12 segundos; histórias fantásticas são contadas em barro, mantas e chalés coloridos, feitos de tear; peças em tela aramada; rabecas de madeira, brinquedos e objetos de sucata, marchetaria, além da poesia que embala toda essa arte. Essas são as ferramentas que fizeram a 17ª edição do Festival de Inverno da UFPR em Antonina.
Mesmo com as caixas e malas sendo fechadas o Festival não vai embora, se desloca apenas, para outra paragem, onde dará lugar ao 18º, da mesma grandeza e expressão. Para quem fica, a promessa e a pressa do inverno de 2008, para quem vai, a saudade. A bagagem fica mais pesada, nos ombros, a leveza de uma experiência de vida e de mundo. Na razão, a mudança de quem nunca mais será igual. Na emoção, a razão de tudo. No princípio, expectativa. Mas final não há. Fica nas ruas a vontade de mais um Festival.
Foto(s) relacionada(s):
Fonte: Sônia Loyola
Iniciativa MCN Calmo oferece horários com menos movimento e mais conforto nas visitas de pessoas idosas e com […]
Uma pesquisa conduzida na Universidade Federal do Paraná está demonstrando a viabilidade de aumentar a produtividade de araucárias […]
A Universidade Federal do Paraná (UFPR) abriu consulta pública à comunidade acadêmica para a construção do Plano de […]
Coordenadora do Laboratório de Citogenética Humana e Oncogenética da UFPR explica como a ciência tenta decifrar a complexidade […]