O primeiro livro é um convite a um mergulho no universo da visualidade oitocentista, apoiado em trajetórias de três viajantes: o príncipe Maximilian Alexander Philip de Wied-Neuwied (1815-1817); Carl Friedrich Phillip von Martius (1817-1820) e Johann Moritz Rugendas (1822-1825), todos envolvidos em empreendimentos de natureza científica. Foram eles igualmente movidos pelo mesmo propósito de descobrir as riquezas e belezas desta parte do Novo Mundo. A autora realiza então uma pesquisa minuciosa buscando definir sentidos entre a produção de imagens pictóricas, o pensamento científico e o romantismo germânico.
Conteúdo ─ Os personagens, identificados pelo binômio “nós/outros” ajudaram a dar corpo e figura ao selvagem, ao bárbaro e ao não civilizado, como marcas de alteridades que fincaram raízes profundas no imaginário sobre os indígenas brasileiros. Paralelamente, na obra, o viajante, o naturalista, o civilizador é também o “outro”, aquele que só entende o desconhecido por meio de esquemas visuais pré-estabelecidos, enquadrando-o com tipologias próprias.
Já no segundo livro, a autora mostra como foi construída a memória social a respeito da professora Julia Wanderley, trazendo um novo olhar sobre ela, conjugando a filha, a jovem, a esposa, a mãe e a professora. Realiza também um duplo movimento: capta aspectos da figura feminina da virada do século XIX para o XX e procura os indícios que podem fazer compreender melhor como o mito Julia Wanderley ─ “a grande educadora paranaense” foi construído. As obras podem ser adquiridas nas livrarias da Editora UFPR, Centro Politécnico e Reitoria ou pelo site da unidade, com frete gratuito para todo o Brasil.
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