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Divisão de Importação orienta sobre detalhes dos processos

30 junho, 2009
00:00
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É que agora os procedimentos são feitos diretamente nas unidades orçamentárias e não mais centralizados na Divisão de Importação. Como são bastante específicos, vários processos têm tido problemas e demora em sua conclusão. A diretora da Divisão de Importação, Alba de Araújo, aposta no treinamento para solucionar os problemas. Já realizou um seminário em maio deste ano e planeja outro para o segundo semestre. “São encontros importantes para que as pessoas entendam os procedimentos, que não são difíceis, mas bastante detalhados”, explica.

Além de orientar diretamente todos os professores e técnicos que procuram a Divisão, Alba montou dois documentos enumerando passo a passo os procedimentos para importação, um para o pesquisador e outro para a seção orçamentária dos setores e pró-reitorias. Eles podem ser solicitados à Divisão, que os envia por e-mail.

São várias as especificidades que fazem do processo de importação um documento cheio de minúcias. Alba enumera os pontos que causam mais problemas e levam a atrasos nos processos de importação. Veja abaixo:

1) Montagem do processo – é preciso prever recursos financeiros não apenas para a compra do bem, mas também para o pagamento de serviços de terceiros (frete internacional, seguro, armazenagem e despesas bancárias).

2) Ao solicitar o recurso, é preciso atenção. O valor disponibilizado tem que cobrir o montante a ser pago ao fornecedor. Além disso, é preciso conferir se o bem entra em material permanente ou de consumo. Para se certificar, basta procurar o Departamento de Contabilidade e Finanças (DCF), ramal 5035 ou Divisão de Patrimônio, ramal 5171.

3) O processo deve ser aberto na unidade onde o recurso está. Por exemplo, se o recurso é do FDA ou CNPq, no setor de origem do pesquisador; se for do Reuni, na coordenação do Reuni; se for da Fundação Araucária, na Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação.

4) A Unidade Orçamentária responsável pelo processo tem que executar procedimentos para o recebimento do recurso financeiro. Como a papelada está em língua estrangeira, é aconselhável entrar em contato com a Divisão de Importação para esclarecimentos.

5) Precisa ratificar o termo de dispensa de licitação na Pró-Reitoria de Planejamento -Proplan.

6) Depois, a Unidade Orçamentária precisa enviar o processo para registro no Sidec – Sistema de Divulgação Eletrônica de Compras e Contratações – no Departamento de Serviços Gerais/Cecom.

7) O processo é então encaminhado ao DCF para registro e lançamento do empenho no CPR – subsistema de Contas a Pagar e a Receber.

8) Só então o processo chega à Divisão de Importação que vai analisar se tudo está correto e, em caso positivo, emitir o licenciamento de importação para que seja efetuado o pagamento para o exportador.

Para acompanhar a tramitação, o pesquisador deve ficar com o número de processo aberto na unidade orçamentária. A Divisão de Importação se coloca à disposição de professores e técnicos administrativos para orientações sobre os processos. Os fones são 3360-5015 ou 5038, e-mail import@ufpr.br e celular 8858-8466.

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Alba de Araújo, diretora da Divisão de Importação
Foto: Leonardo Bettinelli

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Fonte: Simone Meirelles

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