O deputado federal pelo PT, que já havia prestigiado a cerimônia de posse do reitor em Brasília, veio manifestar o apoio da bancada de deputados paranaenses à Universidade Federal do Paraná.
Vanhoni trouxe a notícia de que a bancada paranaense teve muito bom senso de decidir por aplicar os recursos “macro” em Educação e Saúde. Ele garantiu que os recursos pleiteados para as chamadas verbas de bancada terão como prioridade os projetos das dessas áreas. “Diferente de outros anos, neste o Estado do Paraná tem pela primeira vez mais recursos – perto de R$ 300 milhões – do que os outros estados do Sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul”, antecipou. Independente de as emendas sofrerem cortes e contingenciamentos, disse: “As áreas de saúde e educação serão atendidas integralmente”. Acompanhado da vereadora e servidora da UFPR Roseli Isidoro, Vanhoni foi recebido pelo reitor e o vice-reitor Rogério Mulinari. O deputado comentou que a UFPR é uma unanimidade entre os 30 deputados da bancada, que sempre defenderão seus projetos.
Política de Cultura – O deputado está participando das discussões sobre a consolidação de uma política de cultura para o País, sistematizada em um Plano Nacional, onde se prevê a criação de um Instituto Nacional de Museus. Ele solicitou ao reitor que a Universidade discuta internamente com seu Conselho de Ensino a possibilidade de criação de uma graduação em Museologia. Zaki Akel acenou positivamente para a possibilidade e comentou que também quer impor uma ação mais forte com a questão da cultura na UFPR, que tenha abrangência para a universidade e a comunidade. Disse também que a captação de recursos para a área tem que ser mais profissionalizada, no que Vanhoni concordou e deu seu total apoio na busca por parcerias para grandes projetos. “Lastro e legitimidade a universidade tem de sobra com a sociedade”, emendou Vanhoni.
Situação do HC – Roseli Isidoro pediu apoio ao deputado também para a preocupante situação dos funcionários do Hospital de Clínicas que têm o emprego garantido pelo Acórdão que termina em 2010. São aproximadamente 1.200 funcionários que trabalham há décadas na instituição, porém foram contratados sem concurso público. Zaki Akel comentou que a questão envolve muita polêmica e que as discussões têm que avançar para análises mais técnicas sobre o Projeto Substitutivo que trata a questão. “Temos que aumentar o nível de informação, colocar as idéias na mesa até para que possamos interferir nesse projeto”, disse. Vanhoni dispôs-se a ajudar no que for possível: “Vamos trabalhar até esgotar todas as possibilidades”, concluiu.
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