Criada na UFPR, ferramenta florabr automatiza a organização de registros de plantas, ajudando pesquisadores a lidar com o volume de informações disponíveis em bases digitais
Há séculos, cientistas se empenham em catalogar os seres vivos de modo sistemático. Em 1753, por exemplo, o sueco Carl Linnaeus consolidou o método binomial, que nomeia toda espécie com duas palavras em latim e é usado até hoje. Mas, a cada expedição, a tarefa se tornava mais complexa, fosse pela dificuldade de acessar amostras, fosse pela quantidade crescente de dados acumulados.
Uma virada começou a se desenhar há aproximadamente três décadas, com os avanços tecnológicos que transformaram o modo de coletar, organizar e compartilhar informações.
Hoje, qualquer pessoa pode acessar catálogos de espécies e contribuir com eles. Mas a comunidade científica ainda enfrenta dificuldades para analisar o volume de registros. Foi diante desse cenário que o pesquisador Weverton Carlos Ferreira Trindade, do Laboratório de Ecologia Funcional de Comunidades da Universidade Federal do Paraná (UFPR), criou o florabr, ferramenta que funciona como atalho para acessar e organizar dados sobre plantas do Brasil.
Se a tecnologia ampliou a produção de dados, ela também precisou evoluir para organizá-los. Um dos marcos no mapeamento digital da biodiversidade foi a criação da Global Biodiversity Information Facility (GBIF), em 2001. Por meio dessa rede, informações antes dispersas em coleções físicas e arquivos institucionais passaram a dialogar em escala global. O boom dos smartphones, nos anos 2010, ampliou o movimento: com câmera e internet, qualquer pessoa podia registrar uma planta na calçada e compartilhar esses dados.
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