No caso dos cotistas raciais, há a participação de representantes dos movimentos negros de Curitiba. Já para as vagas de deficiente, a banca é formada por médico, terapeuta ocupacional, pedagogo, entre outras profissões. Além de apresentar o atestado médico que comprova a deficiência é realizada uma entrevista com o calouro, que dura, em média, meia hora.
Segundo a diretora do NAPNE – Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Especiais, a UFPR conta com 50 estudantes na condição de deficiente, sendo 10 aprovados no último vestibular e que solicitaram as vagas especiais. São esses que agora estão passando pelo processo de entrevista. O NAPNE desenvolve projetos para que esses estudantes possam desenvolver suas atividades sem prejuízo para o aprendizado. Grande parte dos nossos alunos tem deficiência moderada, destacou a professora Laura Ceretta Moreira, diretora da unidade. Laura explica os esforços para adaptar os prédios da UFPR às condições dos deficientes, como a instalação de rampas e elevadores. Ainda falta, mas estamos avançando, destacou a professora.
As bancas para os aprovados nos programas de inclusão vão até sexta-feira, quando terminam as matrículas na UFPR
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Fonte: ACS
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