Os campi de Palotina e Toledo receberam essa semana um treinamento organizado pela Agência de Inovação da UFPR, em parceria com a Fundação da Universidade Federal do Paraná (Funpar). O evento, em formato de workshop, teve como tema central a “Implantação, organização e consolidação de laboratórios”, e reuniu técnicos e docente que trabalham com pesquisa em laboratórios nos dois setores da universidade.
Entre os instrutores do workshop estavam João da Silva Dias, Superintendente da Funpar, que falou sobre os procedimentos para a organização laboratorial, e Carlos Yamamoto, Diretor da Agência de Inovação da UFPR, que abordou a gestão laboratorial. Os participantes também tiveram orientação da advogada da Funpar, Marissol Drosdoski, em relação à elaboração de regimentos e Libia Baranhuk, para desenvolvimento do planejamento do Plano de Trabalho.
Carlos Yamamoto, Diretor Executivo da Agência de Inovação da UFPR, explicou que essa é uma ação que tem como objetivo aumentar o número de laboratórios que trabalham num modelo de excelência. Para que isso seja viável, em parceria, Fundação e Universidade têm trabalhado no desenvolvimento de um modelo de gestão laboratorial para reduzir problemas administrativos, organizar burocracias e otimizar a operacionalização das unidades laboratoriais. Dessa maneira, “o pesquisador terá mais facilidade para gerenciar o laboratório e poderá dedicar mais tempo para sua pesquisa”, afirma Yamamoto.
Yamamoto lembra ainda que o trabalho de reforço e reorganização gerencial dos laboratórios irá permitir uma maior integração entre pesquisadores e empresas: “inovação diz respeito à produtos e serviços que vão para o mercado. Então, sem empresas não há inovação. Dessa maneira é importante manter esse diálogo entre as partes”.
Para Yara Moretto, vice-diretora de Palotina, a atividade foi de “extrema importância, uma vez que há na instituição muitos laboratórios e professores desenvolvendo pesquisas. Com a iniciativa teremos maior aproveitamento dos recursos e conseguiremos prestar melhores serviços para a comunidade, criando núcleos de excelência”.
Cristina de Oliveira Rodrigues, diretora do campus de Toledo, acredita que o projeto veio em excelente hora para a região, tendo em vista a recente idade do Setor. “Somos um campus em processo de implementação. Creio que temos um potencial muito grande aqui. Receber orientações foi o primeiro passo para desenvolver parcerias sólidas e bem sucedidas”.
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