Acompanhado do vice-reitor Rogério Mulinari e de outros membros da Administração Central da universidade, o reitor Zaki Akel Sobrinho percorreu as alas do museu sob a orientação do coordenador do local, Carlos Reiss, que relatava fatos ocorridos durante a Segunda Guerra Mundial.
Segundo o reitor, o museu traz para o visitante a sensação de “quase vivenciar esse terrível momento da história”, além de ser uma grande homenagem ao espírito da inclusão. “[O museu] mostra a intolerância, a discriminação e o ódio. Ao ver as imagens, que são bastante impactantes, você tenta se colocar na situação das pessoas que passaram esse sofrimento e é muito difícil. É importante que se faça esse registro para que jamais se repita”, declara.
Durante a visita, que ocorreu na tarde desta terça-feira (10), o reitor depositou pedras num monumento que simboliza o túmulo das vítimas do Holocausto, costume judaico para homenagear os que já se foram. Segundo Sara Schulman, do Instituto Cultural Judaico Brasileiro, o museu não é importante apenas para o povo judeu. “É preciso que o ocorrido fique na lembrança de todos, para verem o que o homem é capaz de fazer com o homem, e para que isso não se repita.”O museu foi aberto ao público no dia 12/02, porém as visitas devem ser agendadas com antecedência pelo site:
Amanda Pofahl, sob orientação de Ana Paula Moraes
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