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UFPR e Universidade de Compiègne buscam implementação do Duplo-Diploma

15 abril, 2005
00:00
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Os visitantes foram recebidos pela Reitora em exercício, Maria Tarcisa Bega. Também estiveram presentes os professores Antonio Carlos Gondim, Assessor de Relações Internacionais, Mauro Lacerda, Diretor do Setor de Tecnologia e Carlos Siqueira, Coordenador do Acordo de Cooperação. Isto porque a experiência terá início com curso de Engenharia.

Há algum tempo se discute a idéia do duplo-diploma em razão do desempenho do intercâmbio já existente com as universidades tecnológicas francesas. O convênio possibilita aos estudantes de Engenharia, Biologia e Informática estudarem durante 1 ano na França e vice-versa, com os créditos reconhecidos pelar respectivas universidade. Essa experiência possibilitou a aproximação dos cursos da UFPR e de UTC na área de Engenharia.

Dupla-validade – O duplo-diploma é uma modalidade em que o aluno da graduação faz 2 anos do curso no Brasil e 3 anos na França ou vice-versa. Concluído o curso, o estudante vai ter seu diploma automaticamente revalidado nos dois países. Esse tipo de intercâmbio é uma novidade nas universidades federais brasileiras. Das 55 instituições, apenas a UFRGS, a UFC e a UFPE implementaram esse tipo de programa na graduação .

Segundo o professor Gondim, da área de RElações Internacionais, as universidades vão ter autonomia para implementar essa modalidade através da formação de comissões de professores brasileiros e franceses, que vão discutir a equivalência de disciplinas.

A partir desta discussão, na UFPR, haverá um processo que deve ser analisado e aprovado pelo Colegiado do curso de Engenharia Mecânica, pelo Conselho Setorial da Tecnologia e pelo CEPE – Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão da UFPR. Se aprovada, a modalidade deve ser implementada no início do próximo ano como experiência-piloto. Na UFPR, a implantação terá a coordenação do professor Carlos Siqueira.

Inserção Internacional – A UFPR possui acordos de cooperação com a Espanha, a Alemanha, o Reino Unido, o Canadá e os Estados Unidos não só na área de ensino, mas também de pesquisa e de cultura. Por acreditar que a inserção internacional é importante para a formação do profissional, existe a previsão de que essa modalidade se estenda aos demais colegiados. Segundo o professor Gondim, os outros cursos de engenharia estão estudando o acordo de cooperação com as universidades francesas para também fazer esse tipo de intercâmbio. “Hoje não se pode pensar em um profissional formado sem uma inserção internacional. O intercâmbio sempre foi forte na pesquisa e na pós-graduação, mas está se ampliando para os cursos de graduação”, conclui.

Foto(s) relacionada(s):


Reitora em exercício, Maria Tarcisa Bega recebe os professores François Peccoud e Maximilian Schaeeg
Foto: Rute Marques

Fonte: Rute Marques

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