O estudo envolveu 300 crianças e adolescentes de Curitiba e mostrou que mais da metade, 56,1% dos que tem pais negligentes têm depressão, 26,3% dos que têm pais autoritários também são depressivos. Já entre os que consideram seus pais participativos, isto é, preocupados com a educação dos filhos, que dão apoio e que cobram resultados, quase a metade, 40,6% não têm depressão.
O estudo coordenado pela pesquisadora Lídia Weber avaliou também o grau de conflito entre adolescentes e seus pais e concluiu que os que têm pais autoritários e negligentes tem alto nível de conflitos ( 75%) e os que têm pais participativos têm um índice bem menor de brigas ( 17%). A pesquisa mostrou também que pais participativos têm filhos mais otimistas e que 69,2% dos entrevistados apanharam e receberam castigos. A maior parte disse que as punições foram aplicadas pela mãe.
Quando os pesquisadores perguntaram o que mais os deixava tristes, responderam que é quando tiram notas altas na escola e os pais nem tomam conhecimento. O estudo deu origem ao programa gratuito para a comunidade que está em andamento sobre Qualidade na Interação Família e ao livro “ Eduque com Carinho: Equilibrio entre Amor e Limites”, em dois volumes, uma espécie de cartilha para filhos e outra para os pais.
Fonte: ACS
Professora do Programa de Pós-Graduação em Zoologia da UFPR investiga contaminantes na costa das Bahamas, apontando impactos ambientais […]
Na manhã desta segunda-feira (27), integrantes do Diretório Acadêmico Nilo Cairo (Danc-UFPR), do curso de medicina, se reuniram […]
Por Gabinete da Reitoria A Universidade Federal do Paraná (UFPR) comunica que, antes mesmo do recebimento de denúncia […]
O projeto Adote UFPR, iniciativa de extensão da Universidade Federal do Paraná, registra aumento de casos de abandono […]