O filme foi produzido como trabalho acadêmico do curso de Jornalismo da UFPR e propõe uma nova visão sobre o escritor. Na pauta a abordagem de vários aspectos das obras de Trevisan, e particularidades de sua vida pessoal contadas por intelectuais curitibanos num bate-papo entre amigos.
O roteiro mistura os depoimentos com alguns contos selecionados da obra do autor ilustrados com imagens de Curitiba e os desenhos de Simon Ducroquet, semelhantes às ilustrações de Poty que ilustram os livros do escritor. Dalton Trevisan, hoje com 81 anos, é reconhencido pela crítica literária como o maior contista vivo da literatura brasileira. Recebeu o apelido de “Vampiro de Curitiba” em referência a um de seus principais personagens.
Num estilo minimalista, conta sobre fatos do cotidiano e valoriza as angústias da natureza humana. São de sua autoria clássicos como “Novelas Nada Exemplares” – 1959, “Cemitério de Elefantes” – 1964, “A Guerra Conjugal” – 1969, entre muitos outros. Neste ano, seu último livro ganhou o título de “Macho Não Ganha Flor”. Possui contos publicados em antologias na Alemanha, Argentina, Dinamarca, Estados Unidos, Polônia, Portugal, Suécia e Venezuela. Participaram da produção os estudantes Ana Clarissa Hupfer, Ana Cristina Seciuk, Célio Yano, Elaine Santos, Erike Feitosa e Jaqueline Bartzen.
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Fonte: Sônia Loyola
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