{"id":1536,"date":"2026-02-25T11:52:54","date_gmt":"2026-02-25T14:52:54","guid":{"rendered":"https:\/\/ufpr.br\/museus\/mafropr\/?page_id=1536"},"modified":"2026-07-02T11:27:52","modified_gmt":"2026-07-02T14:27:52","slug":"circuito-mafro","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ufpr.br\/museus\/mafropr\/circuito-mafro\/","title":{"rendered":"Circuito MAFRO"},"content":{"rendered":"\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer circuito-banner\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>MUSEALIZA\u00c7\u00c3O DA MEM\u00d3RIA&nbsp;DO CIRCUITO DAS&nbsp;ENGENHARIAS&nbsp;COM A PRESEN\u00c7A NEGRA<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>APRESENTA\u00c7\u00c3O:<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Essa conex\u00e3o entre as hist\u00f3rias mostra um aspecto pouco lembrado: a presen\u00e7a constante de engenheiros negros em diferentes per\u00edodos da constru\u00e7\u00e3o da infraestrutura brasileira. No s\u00e9culo XIX, os irm\u00e3os Rebou\u00e7as contribu\u00edram com obras importantes de transporte e integra\u00e7\u00e3o. No s\u00e9culo XX,&nbsp;Enedina&nbsp;Alves Marques participou de projetos ligados \u00e0 energia e \u00e0 engenharia hidr\u00e1ulica. Mesmo vivendo em \u00e9pocas diferentes, eles tiveram em comum a contribui\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica para transformar o territ\u00f3rio brasileiro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As hist\u00f3rias de Andr\u00e9 e Ant\u00f4nio Rebou\u00e7as e de&nbsp;Enedina&nbsp;Alves Marques mostram que grandes obras do Brasil tamb\u00e9m foram constru\u00eddas por profissionais negros, que enfrentaram barreiras&nbsp;sociais, mas deixaram contribui\u00e7\u00f5es importantes e duradouras para o territ\u00f3rio e para a hist\u00f3ria do pa\u00eds.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em um momento que o Brasil ainda vivia no regime escravocrata, Andr\u00e9 e Ant\u00f4nio Rebou\u00e7as se destacaram pela excel\u00eancia e pelo talento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;atua\u00e7\u00e3o no Paran\u00e1&nbsp;dos irm\u00e3os Rebou\u00e7as,&nbsp;demonstra n\u00e3o apenas compet\u00eancia t\u00e9cnica excepcional, mas tamb\u00e9m a capacidade de romper barreiras raciais em uma sociedade excludente. Sua trajet\u00f3ria serve como importante refer\u00eancia hist\u00f3rica do potencial intelectual e profissional da popula\u00e7\u00e3o afro-brasileira\u201d, destacou, ainda. \u201cO legado dos Rebou\u00e7as n\u00e3o apenas transformou a infraestrutura paranaense, eles desafiaram as hierarquias da sociedade da \u00e9poca\u201d, concluiu.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Engenharia<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Engenharia \u00e9 a arte de aplicar conhecimentos cient\u00edficos e emp\u00edricos \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de estruturas, dispositivos ou processos para a convers\u00e3o de recursos existentes em novas formas adequadas ao uso.<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Quando observamos a Usina Parigot de Souza por essa perspectiva, ela deixa de ser apenas uma obra de engenharia e passa a ser tamb\u00e9m parte de uma hist\u00f3ria maior, ligada ao trabalho e \u00e0 presen\u00e7a de profissionais negros na ci\u00eancia e na tecnologia. Essa vis\u00e3o ajuda a questionar narrativas tradicionais que costumam associar o desenvolvimento apenas a certos grupos sociais, e d\u00e1 visibilidade a trajet\u00f3rias que foram fundamentais para a constru\u00e7\u00e3o do pa\u00eds.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m, a hist\u00f3ria dessa usina n\u00e3o deve ser vista apenas como um avan\u00e7o tecnol\u00f3gico ou como resultado de decis\u00f5es do governo. A presen\u00e7a de&nbsp;Enedina&nbsp;nesse processo mostra que profissionais negros tamb\u00e9m participaram da constru\u00e7\u00e3o de grandes obras no Paran\u00e1, mesmo enfrentando um ambiente marcado por desigualdade racial e de g\u00eanero. Ela se conecta com a hist\u00f3ria de engenheiros negros, que participaram da constru\u00e7\u00e3o de grandes obras que ajudaram a transformar o territ\u00f3rio paranaense ao longo do tempo.&nbsp; Sua trajet\u00f3ria tamb\u00e9m ajuda a perceber que a engenharia brasileira foi constru\u00edda por muitas pessoas diferentes, embora muitas dessas contribui\u00e7\u00f5es tenham sido pouco reconhecidas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Dessa forma, a usina, a Estrada da Graciosa e outras obras relacionadas \u00e0 Serra do Mar fazem parte de um mesmo processo hist\u00f3rico: a transforma\u00e7\u00e3o da paisagem do Paran\u00e1, a expans\u00e3o das rotas de circula\u00e7\u00e3o e o aproveitamento dos rios para gerar energia. Ao reconhecer essas conex\u00f5es, o patrim\u00f4nio t\u00e9cnico e industrial do estado tamb\u00e9m se torna um espa\u00e7o de mem\u00f3ria da participa\u00e7\u00e3o negra na engenharia brasileira.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Essa abordagem permite compreender a Casa do Estudante Universit\u00e1rio como um espa\u00e7o que articula pol\u00edticas p\u00fablicas de educa\u00e7\u00e3o, mem\u00f3ria profissional e hist\u00f3ria urbana. A CEU n\u00e3o aparece apenas como edif\u00edcio funcional, mas como parte de um processo hist\u00f3rico mais amplo, no qual a presen\u00e7a negra na constru\u00e7\u00e3o do Estado do Paran\u00e1 come\u00e7a, ainda que tardiamente, a ser reconhecida e documentada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A trajet\u00f3ria de&nbsp;Enedina&nbsp;Alves Marques evidencia os obst\u00e1culos enfrentados por mulheres negras no acesso \u00e0 forma\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e aos cargos p\u00fablicos especializados. A conclus\u00e3o do curso, em 1946, representou uma ruptura significativa com padr\u00f5es sociais vigentes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse sentido, a vincula\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica entre&nbsp;Enedina&nbsp;e a Casa do Estudante Universit\u00e1rio adquire relev\u00e2ncia particular. O edif\u00edcio, concebido para garantir condi\u00e7\u00f5es materiais de perman\u00eancia estudantil, passa a ser tamb\u00e9m um marco da presen\u00e7a de uma engenheira negra na constru\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas educacionais no Paran\u00e1, ainda que os contornos t\u00e9cnicos dessa participa\u00e7\u00e3o n\u00e3o estejam plenamente documentados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A nomea\u00e7\u00e3o da CEU em homenagem a&nbsp;Enedina&nbsp;Alves Marques ocorreu posteriormente \u00e0 sua atua\u00e7\u00e3o profissional e integra um movimento mais amplo de reconhecimento p\u00fablico de sua trajet\u00f3ria. Esse processo de reconhecimento inclui sua inser\u00e7\u00e3o em pol\u00edticas de mem\u00f3ria, homenagens institucionais e pesquisas acad\u00eamicas que buscam reconstituir sua contribui\u00e7\u00e3o para a engenharia e para o servi\u00e7o p\u00fablico estadual. A an\u00e1lise das fontes permite, portanto, uma leitura cuidadosa da CEU. H\u00e1 reconhecimento consistente da associa\u00e7\u00e3o entre o edif\u00edcio e a trajet\u00f3ria profissional de&nbsp;Enedina&nbsp;Alves Marques, sustentado por estudos acad\u00eamicos e registros institucionais. Ao mesmo tempo, persistem lacunas documentais quanto \u00e0 natureza exata de sua atua\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica na obra, lacunas que devem ser explicitadas para evitar afirma\u00e7\u00f5es n\u00e3o sustentadas pelas fontes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No contexto do Museu Afro-Paranaense, a escultura conecta pesquisa hist\u00f3rica, pol\u00edticas de mem\u00f3ria e a viv\u00eancia atual da cidade. Ao estar em um espa\u00e7o p\u00fablico central, a obra&nbsp;contribui para tornar&nbsp;Enedina&nbsp;Alves Marques mais presente e vis\u00edvel na paisagem e na mem\u00f3ria de Curitiba.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Os estudos sobre&nbsp;Enedina&nbsp;indicam que, apesar de sua atua\u00e7\u00e3o em obras de grande porte, sua presen\u00e7a frequentemente aparece de forma gen\u00e9rica nos registros, sem a especifica\u00e7\u00e3o das atribui\u00e7\u00f5es desempenhadas, o que imp\u00f5e limites \u00e0 reconstru\u00e7\u00e3o minuciosa de sua atua\u00e7\u00e3o.&nbsp;Essa aus\u00eancia de detalhamento t\u00e9cnico n\u00e3o \u00e9 incomum na documenta\u00e7\u00e3o referente \u00e0 atua\u00e7\u00e3o de mulheres negras em campos profissionais historicamente masculinizados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ao olhar para o chafariz da Pra\u00e7a Zacarias, \u00e9 poss\u00edvel perceber que o desenvolvimento urbano de Curitiba tamb\u00e9m foi constru\u00eddo com o trabalho de profissionais negros, que contribu\u00edram diretamente para o crescimento t\u00e9cnico e social da cidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ao mesmo tempo, demonstra como a identidade racial dos Rebou\u00e7as e outros intelectuais negros sofria apagamento j\u00e1 no per\u00edodo em que viveram, por meio de estrat\u00e9gias de embranquecimento social, pr\u00f3prias de uma sociedade racista e personalista como era a brasileira, em geral, e a paranaense, em particular.&nbsp; Esse paradoxo, a nosso ver, \u00e9 um importante pista para a produ\u00e7\u00e3o de outra mem\u00f3ria e hist\u00f3ria sobre a presen\u00e7a de Ant\u00f4nio, Andr\u00e9 e demais negros intelectuais no passado paranaense.&nbsp;(BARBOSA; ANJOS; SILVA, 2020, p. 7)&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>__________________________________________________________________________________________&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>CRONOLOGIA<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1837 \u2013 Proibi\u00e7\u00e3o de negros e escravizados de frequentar escolas no Brasil foi formalizada pela Lei n\u00ba 1, de 14 de janeiro de 1837.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1838 \u2013 Nascimento de Andr\u00e9 Pinto Rebou\u00e7as, no dia 13 de janeiro, em Cachoeira, Prov\u00edncia da Bahia no Brasil Imp\u00e9rio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1839 \u2013 Nascimento de Ant\u00f4nio Pereira Rebou\u00e7as Filho,&nbsp;no dia 13 de junho,&nbsp;em Cachoeira, Prov\u00edncia da Bahia no Brasil Imp\u00e9rio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1846 \u2013 A Fam\u00edlia Rebou\u00e7as muda-se da Bahia para a cidade do Rio de Janeiro. Os irm\u00e3os Rebou\u00e7as, Andr\u00e9 e Ant\u00f4nio ingressam na Escola Militar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1850 \u2013 Lei das Terra estipula que negros n\u00e3o podem ser propriet\u00e1rios.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1860 \u2013 Andr\u00e9 e Ant\u00f4nio formam-se engenheiros militares.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1860 \u2013 Os Irm\u00e3os Rebou\u00e7as viajam e permanecem&nbsp;naa&nbsp;Europa por dois anos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1864 \u2013 Ant\u00f4nio Rebou\u00e7as foi nomeado engenheiro-chefe da Estrada e formulou o projeto da Estrada da Graciosa.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1865 \u2013 Andr\u00e9 Rebou\u00e7as torna-se Volunt\u00e1rio da P\u00e1tria e participa da Batalha de Tuiuti no conflito contra o Paraguai.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1871 \u2013 Assinada a Lei do Ventre Livre,&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1871 \u2013 Autoriza\u00e7\u00e3o para os Irm\u00e3os Rebou\u00e7as projetarem o Caminho de Ferro Curitiba a Antonina.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1871 \u2013 Cria\u00e7\u00e3o do projeto de \u00e1gua encanada at\u00e9 o Chafariz P\u00fablico, por Ant\u00f4nio Rebou\u00e7as Filho.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1873 \u2013 Inaugura\u00e7\u00e3o oficial da Estrada da Graciosa (PR-410).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1874 \u2013 Andr\u00e9 Rebou\u00e7as engaja-se na luta abolicionista com afinco.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1874 \u2013 Falecimento de Ant\u00f4nio Rebou\u00e7as, aos 35 anos, em S\u00e3o Paulo, ap\u00f3s ter contra\u00eddo febre tifoide.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1880 \u2013 In\u00edcio das obras da Ferrovia Curitiba-Paranagu\u00e1.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1883 \u2013 Andr\u00e9 Rebou\u00e7as, retorna de viagem dos Estados Unidos e Europa e retoma a continuidade das campanhas contra a escravid\u00e3o no Brasil, animadas pelas manifesta\u00e7\u00f5es de rua e pelos debates parlamentares.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1885 \u2013 Inaugura\u00e7\u00e3o, em 02 de fevereiro, da Estrada de Ferro Curitiba-Paranagu\u00e1, com 110 km de extens\u00e3o, 14 t\u00faneis e 30 pontes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1885 \u2013 Lei do Sexagen\u00e1rio&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1888 &#8211; Assinatura da Lei \u00c1urea. Aboli\u00e7\u00e3o formal da escravid\u00e3o sem pol\u00edticas de integra\u00e7\u00e3o social ou econ\u00f4mica para os&nbsp;ex-escravizados, gerando exclus\u00e3o estrutural.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1893 \u2013 Andr\u00e9 Rebou\u00e7as passa a viver na Ilha da Madeira, at\u00e9 sua morte cinco anos depois.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1898 \u2013 Falecimento de Andr\u00e9 Rebou\u00e7as, aos 60 anos de idade, em 09 de maio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1899 \u2013 Final do S\u00e9culo XIX, o racismo se estabelece disfar\u00e7ado de ci\u00eancia: per\u00edodo da eugenia (Francis&nbsp;Galton), no Brasil.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1913 \u2013 Nascimento de&nbsp;Enedina&nbsp;Alves Marques, no dia 13 de janeiro, em Curitiba-PR.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1920 \u2013 Instala\u00e7\u00e3o da casa do Major Domingos Nascimento Sobrinho.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1931 \u2013 Diploma\u00e7\u00e3o de&nbsp;Enedina&nbsp;Alves Marques como professora normalista.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1934 \u2013 A Constitui\u00e7\u00e3o de 1934 (Art. 138) determinava que era dever do Estado \u201cestimular a educa\u00e7\u00e3o eug\u00eanica\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1938 \u2013&nbsp;Enedina&nbsp;cursou o preparat\u00f3rio para engenharia da Universidade do Paran\u00e1.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1940 &#8211;&nbsp;Enedina&nbsp;Alves Marques ingressa na UFPR, em Engenharia Civil.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1945 \u2013&nbsp;Enedina&nbsp;Alves Marques formou-se em&nbsp;<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Engenharia_Civil\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Engenharia Civil<\/a>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1948 \u2013 Cria\u00e7\u00e3o da Casa do Estudante Universit\u00e1rio de Curitiba (CEU).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1948 \u2013 Declara\u00e7\u00e3o Universal dos Direitos Humanos, em cujo 2\u00ba artigo garante direitos e liberdades estabelecidos na declara\u00e7\u00e3o a todos sem distin\u00e7\u00e3o de qualquer esp\u00e9cie.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1949 a 1951 \u2013&nbsp;Enedina&nbsp;foi a engenheira fiscal da obra a Usina Cotia, Bairro Alto, Antonina-PR e participou dos estudos hidr\u00e1ulicos da usina Capivari-Cachoeira (atual Usina Hidrel\u00e9trica Gov. Parigot de Souza).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1951 &#8211; Promulga\u00e7\u00e3o da Lei Afonso Arinos (Lei n\u00ba 1.390\/51), que tornou a discrimina\u00e7\u00e3o racial uma contraven\u00e7\u00e3o penal.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1956 \u2013 Inaugura\u00e7\u00e3o documenta da Casa do Estudante Universit\u00e1rio de Curitiba (CEU).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1971 \u2013 Inaugura\u00e7\u00e3o da Usina Hidrel\u00e9trica Capivari-Cachoeira (Usina Hidrel\u00e9trica Gov. Pedro Viriato Parigot de Souza), pela Copel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1977 \u2013 Surge o Movimento Negro Unificado (MNU), que, dentre tantas a\u00e7\u00f5es, institui o Dia Nacional de Consci\u00eancia Negra, 20 de novembro, em celebra\u00e7\u00e3o \u00e0 mem\u00f3ria de Zumbi dos Palmares (1977-1978).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1981 \u2013 Falecimento de&nbsp;Enedina&nbsp;Alves Marques.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1984 \u2013 Transla\u00e7\u00e3o da Casa Domingos do Port\u00e3o para o Juvev\u00ea (Iphan).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1988 \u2013 Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica Federativa do Brasil. A &#8220;Constitui\u00e7\u00e3o Cidad\u00e3&#8221; pro\u00edbe o racismo, tornando-o crime inafian\u00e7\u00e1vel e imprescrit\u00edvel (Art. 5\u00ba, XLII), al\u00e9m de reconhecer os direitos das comunidades quilombolas (Art. 68 do ADCT).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>2000 \u2013 Anos 2000, a Era das A\u00e7\u00f5es Afirmativas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>2024 \u2013 Andr\u00e9 Rebou\u00e7as passa a ter o seu nome inscrito no Livro dos Her\u00f3is e Hero\u00ednas da P\u00e1tria, pela Lei Federal n\u00ba 15.003.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>2024 \u2013 Instala\u00e7\u00e3o da escultura de&nbsp;Enedina&nbsp;Alves Marques,no cal\u00e7ad\u00e3o da Rua XV de Novembro, no centro de Curitiba.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mapa<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Curitiba<\/strong>\u00a0\u2013 Local de Nascimento de\u00a0Enedina\u00a0Alves Marques.\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Cachoeira, Prov\u00edncia da Bahia no Brasil Imp\u00e9rio<\/strong>\u00a0\u2013 Local de nascimento dos Irm\u00e3os Rebou\u00e7as.\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Esquina das ruas Vital Brasil e Castro Alves, no Port\u00e3o<\/strong>\u00a0\u2013 Casa Domingos Nascimento Sobrinho.\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Rua Jos\u00e9 de Alencar n\u00ba 1888<\/strong>\u00a0\u2013 Sede do Iphan\/PR, antiga Casa Domingos Nascimento Sobrinho.\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Usina Hidrel\u00e9trica Capivari-Cachoeira (Usina Hidrel\u00e9trica Gov. Pedro Viriato Parigot de Souza)\u00a0<\/strong>\u2013 Antonina-PR (PR\u00a0Enedina\u00a0Alves Marques).\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Escola Militar do Rio de Janeiro<\/strong>\u00a0&#8211;\u00a0Andr\u00e9 e Ant\u00f4nio Rebou\u00e7as conclu\u00edram a forma\u00e7\u00e3o em Engenharia.\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Chafariz da Pra\u00e7a Zacarias\u00a0<\/strong>\u2013 Irm\u00e3os Rebou\u00e7as\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Estrada da Graciosa\u00a0<\/strong>\u2013 Irm\u00e3os Rebou\u00e7as\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Casa do Estudante Universit\u00e1rio \u2013 CEU\u00a0<\/strong>\u2013\u00a0Enedina\u00a0\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Col\u00e9gio Estadual do Paran\u00e1\u00a0<\/strong>\u2013\u00a0Enedina\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Esta\u00e7\u00e3o Ferrovi\u00e1ria de Curitiba<\/strong>\u00a0\u2013 Irm\u00e3os Rebou\u00e7as\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Campus Rebou\u00e7as\u00a0<\/strong>\u2013\u00a0Irm\u00e3os Rebou\u00e7as.\u00a0<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><strong>REFER\u00caNCIAS&nbsp;<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>ANATER, Marina&nbsp;Chioca.&nbsp;<strong>Conhe\u00e7a a hist\u00f3ria dos irm\u00e3os Rebou\u00e7as, engenheiros negros que moldaram a Curitiba do s\u00e9culo 19.&nbsp;<\/strong>Secretaria Municipal da Comunica\u00e7\u00e3o Social (Secom), 2025&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>BAHLS, Aparecida Vaz da Silva.&nbsp;<strong>Pra\u00e7as de Curitiba: espa\u00e7os verdes na paisagem&nbsp;urbana.&nbsp;<\/strong>Funda\u00e7\u00e3o cultural de Curitiba, 2006, 193p.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>COMPANHIA PARANAENSE DE ENERGIA (COPEL).&nbsp;<strong>Usina Governador Pedro Viriato Parigot de Souza<\/strong>. Curitiba: COPEL, s.d. Dispon\u00edvel em:<a href=\"https:\/\/www.copel.com\/site\/copel-geracao\/usinas\/usina-parigot-de-souza\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&nbsp;<\/a>https:\/\/www.copel.com\/site\/copel-geracao\/usinas\/usina-parigot-de-souza\/. Acesso em: 4 mar. 2026.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO PARAN\u00c1 (CREA-PR).&nbsp;<strong>Enedina&nbsp;Alves Marques: pioneira na engenharia e s\u00edmbolo de resist\u00eancia<\/strong>. Curitiba: CREA-PR, 2025. Dispon\u00edvel em:<a href=\"https:\/\/www.crea-pr.org.br\/ws\/2025\/05\/enedina-alves-marques-pioneira-na-engenharia-e-simbolo-de-resistencia\/?utm_source=chatgpt.com\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&nbsp;<\/a>https:\/\/www.crea-pr.org.br\/ws\/2025\/05\/enedina-alves-marques-pioneira-na-engenharia-e-simbolo-de-resistencia\/. Acesso em: 4 mar. 2026.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>CRUZ, Ana Paula da.&nbsp;<strong>Enedina&nbsp;Alves Marques:&nbsp;<\/strong>trajet\u00f3ria profissional e mem\u00f3ria. Curitiba, 2017.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>CURITIBA (C\u00e2mara Municipal).&nbsp;<strong>Crise h\u00eddrica III: a hist\u00f3ria do abastecimento de \u00e1gua em Curitiba<\/strong>. Curitiba: C\u00e2mara Municipal de Curitiba, s.d. Dispon\u00edvel em:<a href=\"https:\/\/www.curitiba.pr.leg.br\/informacao\/noticias\/crise-hidrica-iii-a-historia-do-abastecimento-de-agua-em-curitiba\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&nbsp;<\/a>https:\/\/www.curitiba.pr.leg.br\/informacao\/noticias\/crise-hidrica-iii-a-historia-do-abastecimento-de-agua-em-curitiba. Acesso em: 4 mar. 2026.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>CURITIBA (C\u00e2mara Municipal).&nbsp;<strong>Pra\u00e7a Zacarias: de Largo do Ivo aos tempos atuais<\/strong>. Curitiba: C\u00e2mara Municipal de Curitiba, s.d. Dispon\u00edvel em:<a href=\"https:\/\/www.curitiba.pr.leg.br\/informacao\/noticias\/praca-zacarias-de-largo-do-ivo-aos-tempos-atuais\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&nbsp;<\/a>https:\/\/www.curitiba.pr.leg.br\/informacao\/noticias\/praca-zacarias-de-largo-do-ivo-aos-tempos-atuais. Acesso em: 4 mar. 2026.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>CURITIBA (Prefeitura Municipal).&nbsp;<strong>No Centro, chafariz lembra a \u00e9poca de \u00e1gua abundante, mas dif\u00edcil de conseguir<\/strong>. Curitiba: Prefeitura de Curitiba, 2022. Dispon\u00edvel em:<a href=\"https:\/\/www.curitiba.pr.gov.br\/noticias\/no-centro-chafariz-lembra-a-epoca-de-agua-abundante-mas-dificil-de-conseguir\/63049\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&nbsp;<\/a>https:\/\/www.curitiba.pr.gov.br\/noticias\/no-centro-chafariz-lembra-a-epoca-de-agua-abundante-mas-dificil-de-conseguir\/63049. Acesso em: 4 mar. 2026.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>CURITIBA HIST\u00d3RICA.&nbsp;<strong>Enedina&nbsp;Alves Marques<\/strong>. Curitiba Hist\u00f3rica, s.d. Dispon\u00edvel em:<a href=\"https:\/\/www.curitibahistorica.com.br\/publicacoes\/343\/enedina-alves-marques?utm_source=chatgpt.com\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&nbsp;<\/a>https:\/\/www.curitibahistorica.com.br\/publicacoes\/343\/enedina-alves-marques. Acesso em: 21 jan. 2026.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>CURITIBA. Prefeitura Municipal.&nbsp;<strong>Engenheira&nbsp;Enedina&nbsp;Alves Marques ganhar\u00e1 monumento na Rua XV de Novembro.<\/strong>&nbsp;26 out. 2022. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.curitiba.pr.gov.br\/noticias\/engenheira-enedina-alves-marques-ganharamonumento-na-rua-xv-de-novembro\/65943. Acesso em: 26 jan. 2026.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>CURITIBA. Prefeitura Municipal.&nbsp;<strong>Escultura da engenheira curitibana&nbsp;Enedina&nbsp;Alves Marques come\u00e7a a ganhar forma<\/strong>. 29 jul. 2023. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.curitiba.pr.gov.br\/noticias\/escultura-da-engenheira-curitibana-enedina-alvesmarques-comeca-a-ganhar-forma\/69605. Acesso em: 26 jan. 2026.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>CURITIBA. Prefeitura Municipal.&nbsp;<strong>Escultura da engenheira curitibana&nbsp;Enedina&nbsp;Alves Marques come\u00e7a a ganhar forma<\/strong>. Curitiba, 2023. Dispon\u00edvel em:&nbsp;https:\/\/www.curitiba.pr.gov.br\/noticias\/escultura-da-engenheira-curitibana-enedina-alves-marques-comeca-a-ganhar-forma\/69605. Acesso em: 19 jan. 2026.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>CURITIBA. Prefeitura Municipal.&nbsp;<strong>Greca inaugura escultura em homenagem \u00e0 primeira engenheira negra do Brasil,&nbsp;Enedina&nbsp;Alves Marques, no Centro de Curitiba<\/strong>. 15 jan. 2024. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.curitiba.pr.gov.br\/noticias\/greca-inaugura-escultura-emhomenagem-a-primeira-engenheira-negra-do-brasil-enedina-alves-marques-no-centro-decuritiba\/71959. Acesso em: 26 jan. 2026.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>FEDERA\u00c7\u00c3O INTERESTADUAL DE SINDICATOS DE ENGENHEIROS.&nbsp;<strong>Conhe\u00e7a a hist\u00f3ria dos Irm\u00e3os Rebou\u00e7as, os primeiros engenheiros negros do Brasil<\/strong>. Fonte: INBEC, 2019.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>GAMA, Ricardo da Silva.&nbsp;<strong>Gest\u00e3o democr\u00e1tica das \u00e1guas: o caso da microbacia do rio Cachoeira, Antonina \u2013 PR<\/strong>. Emancipa\u00e7\u00e3o, Ponta Grossa, v. 9, n. 2, p. 213-224, 2009.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>MARTINS, Jo\u00e3o C\u00e2ndido<strong>. Irm\u00e3os Rebou\u00e7as: os engenheiros que fizeram hist\u00f3ria em Curitiba.&nbsp;<\/strong>Reprodu\u00e7\u00e3o do texto autorizada mediante cita\u00e7\u00e3o da C\u00e2mara Municipal de Curitiba. 2012.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>PARAN\u00c1. Secretaria da Cultura.&nbsp;<strong>Serra do Mar e Estrada da Graciosa: patrim\u00f4nio hist\u00f3rico e paisag\u00edstico do Paran\u00e1<\/strong>. Curitiba: SEEC-PR, s.d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>REBOU\u00c7AS, Andr\u00e9 Pinto.&nbsp;<strong>Di\u00e1rios e notas autobiogr\u00e1ficas<\/strong>. Rio de Janeiro: Jos\u00e9 Olympio, 1938.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>REVISTA HAUS.&nbsp;<strong>Chafariz da Pra\u00e7a Zacarias guarda mem\u00f3rias de uma Curitiba antiga<\/strong>. Curitiba: Gazeta do Povo, s.d. Dispon\u00edvel em:<a href=\"https:\/\/revistahaus.com.br\/sem-categoria\/chafariz-da-praca-zacarias-guarda-memorias-de-uma-curitiba\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&nbsp;<\/a>https:\/\/revistahaus.com.br\/sem-categoria\/chafariz-da-praca-zacarias-guarda-memorias-de-uma-curitiba. Acesso em: 4 mar. 2026.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>SAMPAIO, Ariana Castilhos dos Santos&nbsp;Toss; LIMA, Maria das Gra\u00e7as de; SILVA, Luciana Moraes.&nbsp;<strong>Breve hist\u00f3rico da instala\u00e7\u00e3o das usinas e destilarias no Paran\u00e1<\/strong>.&nbsp;Geofronter, Campo Grande, v. 8, p. 1-22, 2022.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>SANTANA, Jorge Luiz.&nbsp;<strong>Enedina&nbsp;Alves Marques: A Trajet\u00f3ria da Primeira engenheira do Sul do pa\u00eds na faculdade de engenharia do Paran\u00e1 (1940-1945).&nbsp;<\/strong>Dispon\u00edvel em:&nbsp;https:\/\/revistas.ufpr.br\/vernaculo\/article\/view\/33232\/21293.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>SANTANA, Juliana de.&nbsp;<strong>Trajet\u00f3rias negras e pol\u00edticas educacionais no Paran\u00e1:&nbsp;<\/strong>a experi\u00eancia da Casa do Estudante Universit\u00e1rio de Curitiba. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado) \u2013 Universidade Federal do Paran\u00e1, Curitiba, 2011.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>SANTOS, Joel Rufino dos.&nbsp;<strong>Andr\u00e9 Rebou\u00e7as: reformador social e engenheiro do Imp\u00e9rio<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Moderna, 2002.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA.&nbsp;<strong>Patrim\u00f4nio hist\u00f3rico e cultural do Paran\u00e1, Estrada da Graciosa completa 150 anos.&nbsp;<\/strong>Patrim\u00f4nio, 2023.&nbsp;Dispon\u00edvel em:&nbsp;https:\/\/www.cultura.pr.gov.br\/Noticia\/Patrimonio-historico-e-cultural-do-Parana-Estrada-da-Graciosa-completa-150-anos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARAN\u00c1.&nbsp;<strong>Enedina&nbsp;Alves Marques: trajet\u00f3ria da primeira engenheira negra do Brasil<\/strong>. Curitiba: UFPR, s.d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>NOT\u00cdCIAS ANOREG\/PR.&nbsp;&nbsp;<strong>Conhe\u00e7a&nbsp;Enedina&nbsp;Alves Marques, a primeira mulher negra engenheira do Paran\u00e1 e do Brasil.&nbsp;<\/strong>Publica\u00e7\u00e3o de 26\/01\/2024. Dispon\u00edvel: https:\/\/www.anoregpr.org.br\/conheca-enedina-alves-marques-a-primeira-mulher-negra-engenheira-do-parana-e-do-brasil\/&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>AG\u00caNCIA CBIC.&nbsp;<strong>Enedina&nbsp;Marques desafia padr\u00f5es e revoluciona a engenharia no Pa\u00eds.<\/strong>&nbsp;Mat\u00e9ria veiculada em 08\/03\/2023 #mar\u00e7odasmulheres.Dispon\u00edvel em: https:\/\/cbic.org.br\/enedina-marques-desafia-padroes-e-revoluciona-a-engenharia-no-pais\/&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>DI\u00c1RIO DO PARAN\u00c1.&nbsp;<strong>S\u00e9rie Engenheiras \u2013 I:&nbsp;Enedina&nbsp;Alves Marques, a primeira engenheira do Paran\u00e1.<\/strong>&nbsp;Curitiba, 7 de maio de 1972. Dispon\u00edvel em: https:\/\/memoria.bn.gov.br\/docreader\/DocReader.aspx?bib=761672&amp;pagfis=86935&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>VANALI, Ana&nbsp;Crhistina. OLIVEIRA, Celso Fernando Claro de.&nbsp;<strong>Enedina&nbsp;Alves Marques (1913-1981): primeira mulher negra engenheira civil do Paran\u00e1.<\/strong>&nbsp;Conhecimento Interativo, S\u00e3o Jos\u00e9 dos Pinhais\/PR (ISSN 1809-3442), V. 15, N. 2, p. 230-241,&nbsp;jul\/dez. 2021.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>SANTOS, Al\u00ea.&nbsp;<strong>Racismo disfar\u00e7ado de ci\u00eancia: como foi a eugenia no Brasil.<\/strong>&nbsp;Super Interessante de 15\/06\/20. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.geledes.org.br\/racismo-disfarcado-de-ciencia-como-foi-a-eugenia-no-brasil\/?amp=1&amp;gad_source=1&amp;gad_campaignid=1495757196&amp;gbraid=0AAAAADnS6iAaR5PiMOjd3aIMehPoRYcYF&amp;gclid=Cj0KCQjwiJvQBhCYARIsAMjts3IJgd4yl351Xv_FEmx_dY9b7DYbqD2lYznHEryjBmEwQbw6IJkCKgwaAlsvEALw_wcB&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>MUSEU DO FUTEBOL.&nbsp;<strong>Linha do Tempo | Movimento Negro.<\/strong>&nbsp;Dispon\u00edvel em:&nbsp; https:\/\/museudofutebol.org.br\/linha-do-tempo\/&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>ROSSI, Amanda. COSTA, Camilla.&nbsp;<strong>Role, Da BBC News Brasil em S\u00e3o Paulo e Londres&nbsp;Published,<\/strong>&nbsp;de 13 maio 2024, atualizado 19 novembro 2024. Dispon\u00edvel em:&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/articles\/c51n4y7nr2vo\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/articles\/c51n4y7nr2vo<\/a>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>BARBOSA, Etienne Baldez Louzada; ANJOS, Juarez Jos\u00e9&nbsp;Tuchinski&nbsp;dos; SILVA, Paulo Vin\u00edcius Baptista da.&nbsp;<strong>Irm\u00e3os Rebou\u00e7as no Paran\u00e1 do s\u00e9culo 19 e os intelectuais negros<\/strong>. Acta&nbsp;Scientiarum.&nbsp;Education, Maring\u00e1, v. 42, e45603, 2020. DOI: https:\/\/doi.org\/10.4025\/actascieduc.v42i1.45603. Dispon\u00edvel em: http:\/\/periodicos.uem.br\/ojs\/acta.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Acervo MAFRO PR\/UFPR.&nbsp;<strong>Fotografias<\/strong>, 2025-2026.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>MUSEALIZA\u00c7\u00c3O DA MEM\u00d3RIA&nbsp;DO CIRCUITO DAS&nbsp;ENGENHARIAS&nbsp;COM A PRESEN\u00c7A NEGRA&nbsp; APRESENTA\u00c7\u00c3O:&nbsp; Essa conex\u00e3o entre as hist\u00f3rias mostra um aspecto pouco lembrado: a presen\u00e7a constante de engenheiros negros em diferentes per\u00edodos da constru\u00e7\u00e3o da infraestrutura brasileira. No s\u00e9culo XIX, os irm\u00e3os Rebou\u00e7as contribu\u00edram com obras importantes de transporte e integra\u00e7\u00e3o. No s\u00e9culo XX,&nbsp;Enedina&nbsp;Alves Marques participou de projetos ligados [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":17,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-1536","page","type-page","status-publish","hentry"],"blocksy_meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ufpr.br\/museus\/mafropr\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1536","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ufpr.br\/museus\/mafropr\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/ufpr.br\/museus\/mafropr\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ufpr.br\/museus\/mafropr\/wp-json\/wp\/v2\/users\/17"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ufpr.br\/museus\/mafropr\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1536"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/ufpr.br\/museus\/mafropr\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1536\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17272,"href":"https:\/\/ufpr.br\/museus\/mafropr\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1536\/revisions\/17272"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ufpr.br\/museus\/mafropr\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1536"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}