O Engenheiro Florestal, Pablo Hoffmann recebeu na quarta-feira (27) o Prêmio Whitley como pioneiro em soluções para a crises ambientais.

Estufa de produção de espécies ameaçadas da Floresta com Araucárias – foto: divulgação/Withley Awards.
A premiação é realizada anualmente pela fundação Whitley Fund for Nature, que contempla seis nomes interligados à conservação da biodiversidade nas regiões da Ásia, África e América Latina.
Pablo Hoffmann foi premiado pelo seu trabalho para conservar, proteger e restaurar a floresta de araucárias no sul do Brasil. O pesquisador cursa doutorado no Programa de Pós-graduação em Engenharia Florestal e também graduou-se em Engenharia Ambiental, ambos os cursos da UFPR.
A fundação destacou o trabalho dizendo, em matéria que divulgou o prêmio, que “existem centenas de plantas raras ameaçadas na Floresta de Araucária, muitas das quais fazem parte da história da alimentação, artesania e cultura das comunidades locais e regionais. Com o desmatamento avançando a taxas alarmantes no país, os esforços para restauração que integrem a diversidade de árvores raras é essencial para a prevenir a perda de biodiversidade e mitigar as mudanças climáticas”.
O concurso oferece um prêmio de 40 mil libras para impulsionar os trabalhos de conservação, em um cenário onde a destruição ambiental está desenfreada. Veja a matéria de divulgação do prêmio aqui (inglês).
por Bruna Durigan
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