Conversamos com os professores André Capraro e Danielle Torri sobre os processos históricos do futebol mundial e a expectativa sobre a Copa do Mundo de Futebol Feminino, em 2027 no Brasil
O que a Copa do Mundo da Fifa, com final marcada para este domingo (19), e a Copa do Mundo de 2027, que será no Brasil, simbolizam em termos de momento histórico do esporte mais global do mundo? Fizemos essas perguntas a dois professores e pesquisadores do Departamento de Educação Física da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Historiador do esporte, André Mendes Capraro observou que as inovações da Copa de 2026 — como a expansão para 48 seleções e o uso intensivo de tecnologia — evidenciam a consolidação do futebol como uma indústria global, na qual interesses comerciais e políticos frequentemente entram em contradição com a objetividade prometida pela técnica.
Já Danielle Torri projeta o Mundial Feminino de 2027 no Brasil como um potente catalisador para mudanças estruturais e culturais. Especialista em Teoria Crítica e com trajetória pessoal na arbitragem, Torri vê no evento uma oportunidade histórica para o país repensar sua estrutura esportiva, fomentando a formação de mulheres em cargos técnicos e dando visibilidade aos direitos femininos para além do campo.
Leia as entrevistas completas no site da Ciência UFPR
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